segunda-feira, 5 de abril de 2010

Download - menino na praia


Eu tinha ainda treze quatorze anos e fui de férias com um tio numa pequena cidade da região de Mangaratiba no Rio de Janeiro. Meu tio tinha duas filhas Simone, com uns 16 anos, e Monique, com a minha idade, e um filho caçula, Magno, com 12 anos. Chegando na casa da praia meus tios nos dividiram pelos três quartos, o casal na suíte, as meninas no quarto ao lado e eu e Magno num quarto menor que ficava nos fundos da casa. Deixamos as coisas nos quartos e fomos para a praia... Eu não tinha muito contato com eles, há muito tempo, desde muito criança, e sempre fui muito tímido, mas D. Aretuza, a mulher do meu tio me cobria de cuidados... Assim, ela mandou que os filhos me levassem para conhecer a praia, enquanto ela e meu tio ficaram com amigos num quiosque. Meus primos eram muito metidos e chatos. A Simone achava que era mocinha e não queria ficar com “pivetes”, indo logo embora. Ficamos eu, Monique e Magno... Não era temporada e aquela região estava longe de ser um balneário da moda... A praia estava vazia e fomos nos afastando até chegarmos numa área quase deserta, perto de umas pedras. Íamos seguindo Magno e, logo, ele encontrou a sua “turma”, três garotos, dois da sua idade e um bem mais velho e muito estranho... Ele era chamado pelos outros de Janú, acho que de Januário, e, ao contrário de nós era nascido ali. Janú devia ter uns dezesseis para dezessete anos, mas parecia um menino, em seu jeito de falar e atitudes... Era mulato, um pouco gordo, mas muito forte... Magno não gostou muito quando viu que ele estava com os amigos, deu para perceber, mas não se manifestou muito, acho que por medo de Janú... Um dos meninos sugeriu que fomos para o “pocinho”, um riozinho canalizado por pedras que desaguava no mar e onde eles caçavam pitus... Chegando lá, num local ermo, entendi o porquê do desconforto de Magno. Enquanto descíamos no rio, Janú ficou de olho na Monique, que era uma garota magrela e chata, mas que bastou para que o mulato ficasse com uma visível ereção sob o short surrado... Sem coragem para tomar uma atitude, Magno chamou Monique para ir embora, sob protestos da garota que (acho) nada percebia... Ainda assim foram embora e os outros meninos insistiram para que eu ficasse... Como achava meus primos uns chatos e quisesse companhia fiquei. Depois que eles foram embora os meninos começaram a falar sacanagens a respeito da Monique e mesmo da Simone... que já tinham feito isso ou aquilo com elas... Tudo mentira, claro... Mas o bastante para Janú completar a sua ereção uma volume já impressionante e os outros já armarem as suas piquinhas... Dentro do Rio, que eram ladeado por paredes de pedra mais altas, sentamos nas pedras e ficamos conversando... Janú já alisava o pau por cima do calção e contou uma história de um menino viadinho, filho do dono da casa em que seu pai era caseiro, que ele levou para comer ali. Os outros meninos ficaram excitadíssimos com aquela história e Janú dava detalhes... Disse que o garoto quis fugir dele por causa do tamanho de sua “manjuba”, mas que ele não ia ficar “na mão” e acabou comendo-o meio à força..., mas que ele acabou gostando, embora chorasse muito na hora, e que ele já o havia comido na casa dele algumas vezes, enquanto os pais do menino estavam na praia... Disse Janú que o garoto passava óleo de cozinha no cu e ficava de bruços na cama para agüentá-lo todo... Todos coneciam o garoto e riram muito... Eu já não agüentava tirar os olhos da pica do garoto e os outros meninos ficaram gozando com ele... que a pica dele não era tão grande... e tal... Janú ficou de pé e arriou o calção... Uma pica quase preta, mais escura que ele, enorme saltou e bateu na barriga dele... Devia ter uns 18 ou 19 cm, com uma cabeça avermelhada e pontuda... Sua pica começava fina, engrossava no meio e afinava na ponta... Tinha um veia enorme num dos lados e era grossa como um pãozinho... Os outros garotos assustaram-se... o mais novinho, ao menos aparentemente, disse que tinha que ir embora e fugiu... Os outros dois, Marcelo e Lininho ficaram e Lininho disse que ele devia ter “arrombado o Neném (apelido do menino que Janú disse que tinha comido...)”. Eu já não conseguia desviar os olhos da pica, que então Janú já manipulava diante de nossos olhos... Então Janú disse: agora fiquei com tesão, mas não gosto mais de tocar punheta..., um de vocês vai tocar uma pra mim... Lininho deu um salto e tentou escalar o murinho, mas Janú segurou-o pelo tornozelo e ele desceu de bunda na água, algo perigoso num local tão predegoso... Janú pôs o menino à sua frente, pôs a mão dele na pica e o mandou “tocar uma”, Lininho fez alguns movimentos mas disse que ia contar para o seu pai que ele o obrigara... que não era viado como o Neném... Marcelo aproveitou para fugir e Janú mandou Lininho ir embora, com medo, soube depois, do pai do menino que era muito rico e influente... Lininho escalou o muro rápido e saiu correndo... Eu comecei a subir, mas nunca fui bom nessas coisa (e talvez nem quisesse mesmo ir embora) e Janú agarrou-me pela cintura e desceu-me, dizendo: É tu que vai me aliviar... e se contar pra alguém já sabe... Sentei-me numa pedra à frante dele comecei a punhetá-lo... Já estava louco de tesão. Mas sabia que o que ele fizesse ali contaria aos outros depois, assim melhor que eu tivesse sido “obrigado”. Depois de uns dois minutos de punheta, Janú pôs a mão em minha nuca e, com firmeza foi baixando a minha cabeça até a pica... Quando meus lábios encostaram na cabeça avermelhada, que cheirava à maresia, ele abaixou-se e falou no meu ouvido: chupa, viadinho... Caí de boca e mamei aquele caralho com gosto... Logo Janú percebeu que eu não era assim tão “obrigado”... principalmente quando me ajoelhei na areia, com os joelhos n’água, e pus seus ovos na boca... novidade que o fez gozar no ar... melando as minhas costas... Janú arfava e ria enquanto eu lambia a porra que restava no pau... Em quanto lavava a pica no rio Janú segurava-me pelo pulso, para que eu não fugisse, mas logo viu que não era preciso... Deitou-se então numa pedra maior e começou a conversar... Disse que era doido pra comer as meninas filhas dos turistas, mas elas não queriam nada com ele, mesmo as mais “sem-vergonhas”... disse que a minha prima Simone, chupava e dava o cu pro namorado ali mesmo e que já tinha comido uma das mães dessas meninas, quando foi fazer um serviço a mando do pai dele e o dono da casa havia ido ao Rio de Janeiro para resolver problemas de trabalho... disse que tinha comido o cu da mulher e só não o fizera de novo porque o “corno estava sempre perto”... Essas lembranças (ou invenções?) foram excitando Janú e a pica começou a crescer... Ele mergulhou na água até a cintura e quando levantou ela já esta mais de 90 graus para cima... Janú me chamou para mamar de novo... Eu comecei pelos ovos e ele “elogiou”: você chupa feito puta... Chupei bastante, bem babado, e depois de uns dez minutos Janú levantou-se e me mandou tirar a sunga... Fiz o que ele mandou e pendurei-a num galho próximo... Janú me empurrou para a pedra grande e lisa em que estava deitado e me pôs com o peito na pedra e a bunda pra cima... Cravei os pés na areia dentro d’água e busquei empinar o máximo meu cu... Era desconfortável e doíam as minhas coxas na quina da pedra... Pensei em sugerir um lugar melhor (mas onde?), mas Janú já estava com a ponta da pica encostada na minha olhota. Nunca gostei de sexo em água... acaba com qualquer lubrificação... e Janú estava pouco ligando para o meu conforto... Senti suas mão segurando firme minhas ancas e logo ele meteu de uma vez... A dor era muita e dei um grito, mas meu macho continuou sem pena... Eu já estava acostumado com isso, macho que é macho não liga pra dor de viado, e suportei como pude. Não foram mais que dez bombadas fortes e secas, Janú gozou retesando-se e apertando minha cintura como se a quisesse rasgar... Depois de gozar Janú tirou a rola ainda dura, causando um barulho de rolha (plop!) dando a impressão que o cu ia sair junto... Era pouca porra, porque ele já tinha gozado, mas deu para senti-la escorrer... Janú mergulhou na água, limpou a pica e saltou para o alto do muro, pondo o calção e repetindo a, ali inútil, ameaça: se contar pra alguém... e foi embora... Eu me lavei no rio também, vesti a sunga e fui embora meio descadeirado...







Na volta para a casa encontrei Magno, Monique e Simone. Eles haviam levado uma bronca por terem deixado o primo sozinho e iam me buscar. Simone estava “puta” por ter de cuidar de “pirralhos”, e Magno tinha encontrado com Marcelo e Lininho e estava muito curioso... Minhas primas ficaram conosco na praia, por ordem da mãe, e eu e Magno fomos para a água... Magno disse que os amigos disseram que eu fiquei lá com o Janú... Que o Janú já tinha tentado comer ele... e perguntou o que tinha acontecido. Menti dizendo que tinha fugido logo depois, mas que, no susto, pegara o caminho errado e tivera que voltar... Ele não acreditou muito e, pra variar, acho que já estava sacando a minha, apesar de todos os meus esforços para não dar bandeira. Depois do almoço com meus tios eu quis dar um cochilo, pra ver se me recuperava da enrabada violenta de Janú, meu cu ardia muito, principalmente depois de ter pego água salgada..., e não fui com meus primos à praia no meio da tarde... No fim da tarde brincamos de jogos na casa e, à noite, Simone foi para a praça da cidadezinha, meus tios tomar cerveja na casa de amigos e Monique para a casa de amiguinhas. Eu e Magno também íamos à pracinha, mas meu primo ficou enrolando e acabamos ficando sós... Magno disse que encontrara Marcelo e Lininho à tarde e que eles tinham visto o Janú... Eu gelei, mas fiz que não era comigo... Ele disse que os colegas ouviram de Janú que ele tinha me comido... e que eu tinha “engolido os ovos dele”... Eu neguei, falei que Janú era mentiroso... Magno perguntou se ele tinha me forçado... Aí eu titubeei entre a negativa e a versão da “curra”, disse que não tive jeito... que não gostara, tentei voltar à versão de que nada tinha acontecido... ou seja, me enrolei todo. Magno disse que se eu tinha sido obrigado, ele falaria com o pai dele... Eu pedi pelo amor de deus que ele não o fizesse... Aí ele disse: o Janú falou que você “chupou gostando” e ficou “esperando a metida dele”... Eu já estava vermelho e sem saber o que dizer... Aí meu primo disse: não conto pro papai... mas você vai ter que me chupar também... Quando olhei a pica já estava fora do calção... Magno sentou esparramado no sofá... ajoelhei-me entre suas pernas e comecei a chupar seu cacetinho de uns treze cm... Logo ele mandou que eu engolisse os ovos, como fizera com Janú... Atendi ao meu primo e ele suspirou fundo... Com certeza foi a primeira chupada da vida dele... que gozou em tempo recorde. Engoli a porá rala de meu primo e, preocupados com a possível, embora improvável chegada de alguém, ele vestiu o calção e fomos para a praça. Lá encontramos Marcelo, Lininho e outros meninos e logo percebi que mal falavam comigo, o que queria dizer que a história já tinha se espalhado. Ali mostraram também o tal Neném, que caminhava junto aos pais, não pude acreditar que aquele garoto havia suportado o Janú... Janú passou por mim rindo, confirmando para os outros a história... Horas depois os meus tios passaram de carro pela praça para levar todos para casa, Simone e Monique já estavam no carro e meu tio puto porque havia pego a filha “se agarrando” com o namorado... Chegando na casa fizemos um lanche e meu tio desligou o gerador (não havia luz elétrica nessa região então) e fomos para a cama. Eu estava com medo da repercussão dos fatos daquele dia, mas também exausto... então adormeci rápido. Não sei quanto tempo dormi, mas fui acordado com uma sensação estranha... já estava com os shorts no tornozelo e um dedo melava meu cu... fiquei quieto e logo me dei conta de que Magno estava me lubrificando... Meu primo subiu em cima de mim e encaixou a pica no meu cu... a manteiga, a piquinha de doze anos e o caminho recém-aberto por Janú fizeram uma foda prazeirosa, quase um carinho... Acho que nem vi meu primo gozar.. dormi tomando no cu pela única vez na vida... Quando acordei pela manhã meu calção já estava no lugar, meio mal ajambrado, e meu primo já havia saído...

 
esse conto , é pro meu amigo rikardo que adora contos com pivete.. bjs gatu

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