quarta-feira, 31 de março de 2010

Download - Rick Martin assume sexualidade

O cantor Ricky Martin assumiu publicamente sua homossexualidade. Ricky, de 38 anos, que é porto-riquenho e foi revelado nos anos 80 com o grupo Menudo, saiu do armário no seu blog:


"Tenho orgulho de dizer que sou um felizardo homem homossexual. Sou muito abençoado em ser o que sou", escreveu ele.

"Esses anos em silêncio e reflexão me fizeram mais forte e me lembrara que aceitação vem de dentro e que esse tipo de verdade me dá o poder de conquistar emoções que eu nem sabia que existiam", continuou ele.

"Alguns meses atrás eu decidi escrever minhas memórias, um projeto que eu sabia que me trari mais perto de uma grande virada em minha vida. Do momento em que escrevi minha primeira frase eu tive certeza que o livro era a ferramenta que iria me ajudar a me libertar de coisas que eu carregava comigo por muito tempo. Coisas que eram muito pesadas para mim. Escrevendo esse lado da minha vida, eu fiquei muito perto da verdade. E isso é algo digno de ser celebrado", continou o cantor.


Famosos apoiam atitude de Ricky Martin de ‘sair do armário’
Jean Wyllys, Ivete e David Brazil dizem até que já desconfiavam da verdadeira sexualidade do cantor, mas parabenizam a atitude de assumir.

Macho! Tem que ser muito macho para assumir que é gay. Esse é o consenso entre os famosos brasileiros que se manifestaram sobre a declaração do cantor Ricky Martin, de 39 anos, na segunda-feira, 29, que assumiu publicamente que é gay.


"Se hoje alguém me perguntar, 'Ricky, do que você tem medo?’ Eu responderia: ‘Do sangue que corre pelas ruas de países em guerra, da escravidão infantil, terrorismo ... o cinismo de algumas pessoas em cargos de poder, a interpretação da fé. ‘Mas medo da minha verdade? Não mesmo! Tenho orgulho de dizer que sou um homem de sorte e homossexual. Sou muito abençoado por ser quem eu sou", escreveu o cantor em seu site.

Famosos comentao o assunto:

Ivete Sangalo – “Arrasou na sua declaração! Corajoso e muito macho! Tem que ser feliz, sim, se descobrir e respeitar a si mesmo. Viva Ricky.
David Brazil – “Adorei saber. Na verdade, eu já sabia. Mas é sempre bom assumir. Ainda mais ele, que é lindo, inteligente e bem-sucedido. Acho que ele demorou, mas é difícil mesmo. O cara tem que ser muito macho para assumir que é gay. Tem família, sociedade, ainda mais no caso dele que faz papel de galã.”

Jean Wyllys “Até as pedras já sabiam que Ricky Martin é gay, só faltava ele admitir. O bom é que admitiu bonito e com orgulho.”




Herico Danter      é como todos ja imaginavamos ,  o  grande sedutor "Rick Martin" tambem é do babado ..
psé o galam assumiu essa semana que o que ele gosta mesmo sao de garoto , e pelo visto se da muito beim com isso.
    O cantor afirma que nao tem problemas com sua sexualidade , e que nao assumiu antes por conselhos dados por amigos afirmando que isso poderia por um fim em sua carreira proficional.
   É isso galera , sinal que a diversidade acaba de ganhar mais um aliado assumido na luta pelos nossos direitos, e a nos miseros fãs resta apenas aproveitar galã..



terça-feira, 30 de março de 2010

Download - Colegio Interno, Inesquecivel.

Eu tinha chegado aquele dia no colégio interno. Meus pais me colocaram lá para melhorar meu comportamento. Tava na adolescência e só queria curtir e zoar. Entrei no meu quarto que era divido em seis garotos. Tudo tava normal até chegar a noite. A gente não tinha intimidade mas os caras falavam em quem iria dormir comigo porque aquele pavilhão do colégio era mal-assombrado, dizendo q eu ia ter medo de dormir sozinho e coisa e tal. Eu ri e disse que não acreditava naquilo e que eles estavam mentindo.Eu estava com 14 anos e já tinha brincado de troca-troca quando tinha 12 anos com um priminho meu, mas nada sério, a gente não chegou a fazer mais do que só se esfregar um no outro. Mas ficou a semente na minha mente. Naquela noite quando deu o sinal pra gente dormir (9:30h), fui para minha cama, 5 minutos depois apagaram as luzes (beliche parte de baixo) e logo peguei no cochilo. De repente acordo com Fabio, que era dois anos mais velho que eu, me agarrando e me encochando... eu na hora lutei, resisti e ele me falou: - Calma! Sou eu. Tava preocupado se vc não tava com medo de dormir sozinho com este corpinho lindinho, essas cochas lisas e essa sua bunda grande que vc tem. - Sai fora cara! Para com isso eu não gosto disso, alguém pode ver e vai ficar feio pra mim, sai daqui! - Que nada! Ta todo mundo dormindo e é só fingir que ta dormindo e deixa o resto comigo. Isso me fez lembrar as sensações que sentina com meu priminho, isso mexeu com minha cabeça e me deu uma grande curiosidade em experimenta aquilo. Abandonei os perigos de minha reputação cair entre eles ou no colégio e eu simplesmente disse: - Tá... Senti que ele começou a tremer de emoção/tezão/ansiedade. Ele era forte, já tinha até músculo em seus braços, seu peito tinha caixa formada, achei que ele tinha uma vida de trabalho pesado antes de chegar ali no colégio. Ele tinha poucos pêlos no corpo. Todo mundo ali só dormia de cueca, logo ele começou a escorregar suas mãos pelo meu corpo, retirou o lençol, deitou sobre mim e se cobriu. Ficamos embaixo da coberta e eu tava com vergonha e coloquei minhas mão no meu rosto, mesmo no escuro. O lugar era de alvenaria e tinha cortinas nas duas janelas, pouca luz entrava ali. Ficamos nisso bastante tempo até que ele resolveu progredir. Falou no meu ouvido: - Agüenta aí. Vou tentar enfiar, se dor vc fala que eu paro! Não falei nada, fiquei parado e isso foi um “sim” para ele. Passou saliva no meu buraquinho, depois no pau dele e começou a forçar. Eu, em pensamentos, prometi pra mim mesmo que não iria mandar ele parar, mesmo que doesse. Ele forçou várias vezes, parava, dava um tempo, tentava, lubrificava mais... Eu com minha cueca nos pés apenas deixava rolar... eu tava com o maior tezão da minha vida. Tudo tinha que ser em silencio pra não acordar os outros. Até que entrou um pedaço daquela rola que eu nem fazia idéia do tamanho. Demorou um pouco, retirou, passou mais saliva e veio de novo, entrou a cabeça, ele deitou sobre mim e disse no meu ouvido: - Você é muito gostoso. Isso vai ser demais cara! Foi enterrando ate que ofegar no meu pescoço dizendo que tava tudo dentro. Eu tava com lagrimas nos olhos, minhas mãos ainda no rosto... ele percebeu e falou: - Calma meu anjinho! Não vou te fazer mal algum. Agora que você vai adorar...mas me diga a hora que não quiser mais que eu vou pra minha cama dormir, ta? Mais uma vez eu não disse nada mas me senti mais seguro com aquelas palavras... Realmente foi demias ele colocava, tirava quase tudo, me alisava com a rola toda dentro de mim... me dava beijinhos na nunca e eu sempre com minhas mãos no rosto. Me comeu gostoso até quase amanhecer o dia, gozou umas várias vezes e depois foi dormir. No outro dia ele e eu agimos como se nada tivera acontecido. Fingíamos até pra nós mesmo, mas nossos olhares se cruzavam de vez enquanto durante o dia e ali existia uma satisfação e anciedade de chegar a noite Dito e feito. A noite quando as luzes apagaram demorou pouco tempo sinto se aproximar, levantar minha coberta e baixar minha cueca... levei minhas mão no rosto e aconteceu de novo... foi uma semana sem falhar um dia. Durante o dia nenhum comentário, nada dava pra perceber que existia algo entre a gente, mas quando as luzes se apagavam eu já me enchia de tezão. Sabia que aquele garoto de corpo grande, sem pelos (só nas virilhas, dava pra sentir) vinha me comer mais uma vez... uma semana completada eu já estava acostumado. Naquele dia eu esperei com o maior tezão... ele não veio, não veio me comer. Fique quase louco... no outro dia ele me evitava e fui ao banheiro e comecei a chorar... não estava entendendo direito o q tava acontecendo comigo... tava confuso, sem que eu planejasse ele entra no banheiro e me vê daquele jeito: - O que foi André? Porque vc ta chorando? - Nada... disse eu. - Ninguém chora por “nada”. Mas acho que sei. Ele tava certo e continuou - Hoje vai ser quase igual a noite, com surpresa A gente nunca tinha falado naquilo e eu coloquei minhas mãos no rosto e saí rápido dali. A noite tava chovendo fazendo um barulho muito forte lá fora e no telhado. Logo as luzes apagaram... Interessante quando juntos, todos nós, éramos seis pessoas no quarto, a gente conversava, contava piadas, falava sobre filmes, estudava pra provas no outro dia. Mas quando apagavam as luzes tudo mudava. Fiquei na espera já sem minha cueca, de bruços com as mãos no rosto embaixo do lençol, logo sinto uma mão me procurando, tirou o lençol e deitou sobre mim... mas fiquei assustado, era um corpo diferente, alguém mais peludo, as mão trabalhavam em mim diferente dos últimos dias. Aí então entendi, ele tinha contado pra outro do quarto e eu nem sabia quem eram... apenas forcei minha mão no rosto e deixei acontecer, logo ouvi: - E também to sabendo do seu segredo e vim conferi. Mas fique tranqüilo, ninguém aqui ta afim de perder você. O Fábio passou vc pra mim esta semana porque esta cansado um pouco. Semana que vem eu descanso. e aí vem o Paulo. Já sabem quem eu sou né? Fiquei calado mas sabia... era Fernando, o mais arrogante do quarto, Fabio já tinha dito como era, apenas me comer... era isso que eu fazia, dava, não chupava, não falava, não reclamava... ele era mais selvagem que o Fabio, fazia eu sentir dores as vezes e isso dava mais tezão nele... em outra coisa ele era diferente de Fabio, gozava rápido, isso era bom pra mim... eu tb gozava, as vezes com a rola na minha bunda, outras vezes depois que ficava sozinho na cama. Mas satisfeito. Passou a semana do Fernando fiquei um dia sem ninguém de novo aí a noite esperava ansioso por Paulo. Paulo tinha dezoito anos, já parecia um homem mesmo, tinha autoridade no quarto, todo o respeitavam, mas era brincalhão... e sempre tava tirando sarro de alguém... isso me deu medo de ser zoado por ele no outro dia, mas sabia de a uma coisa, eles não queriam me perder... eu era carne nova, tinha corpo de menino e dava pra eles... parecia que existia um código de honra entre eles, ninguém falava Logo chega Paulo meio devagar... eu esperava também sem cueca, passei a dormir sem cueca dali pra frente. Paulo me abraçou por traz e notou o meu estado e me disse: - Achei que não era verdade, fiquei com medo de você não ser o que eles falaram.. vc disfarça muito bem durante o dia, nem parece. Mas vamos lá... antes me diz porque vc tampa rosto! Não respondi, ma acho que ele entendeu... eu tinha vergonha do que fazia, gostava mas tinha vergonha mesmo. Paulo estava deitado sobre mim de cueca eu sentia algo volumoso na minha bunda, mais volumoso que os outros que já tinham me tido. Ele se livrou da cueca e foi lubrificando e me penetrou bem lento ele curtia enfiar, não tinha pressa, apenas fazia, bem de vagar, enterrava quase as bolas, ele tinha o pênis maior que todos até aquela hora mas agüentei e me deliciei uma semana... e descansei um dia. No outro dia foi a vez do Gabriel um menino um ano mais velho que eu, ele tinha 15 anos e já sabia, so teve que esperar a vez dele. Eu durante o dia, q eia ser dele, notava como olhava pra mim, como me comia com os olhos, varias vezes durante o dia ele se aproximou de mim e deu um sorriso de satisfação e outra ocasião no mesmo dia ele falou: - Cara! Nem to acreditando... Eu o ignorei e fiz cara de quem nao tinha entendido e saí, ele ficou confuso... Chega à noite, eu tb curioso pra conhecer Gabriel, eu achava ele muito bonito, tinha pele clara, braços forte mas se mostrava ser muito inocente, ele tinha cara de menino assustado não tinha muita coisa na cabeça, tinha dificuldade de aprender, eu ajudava muito ele em matemática, mas nunca, em momento algum a gente comentava o que acontecia durante a noite, não só com ele mas todos... era como se não acontecesse nada. Apagaram as luzes (era apagada numa chave geral na secretaria) nem dois minutos já chega ele lá, sorrindo baixinho e já se deitou comigo. Falou q tava ficando maluco pq as luzes demoraram tanto pra apagar. Eu tava sem cueca e ele tb veio sem cueca pra minha cama. Deitou encima de mim, lubrificou o pinto com saliva e enfiou... deu umas seis bombadas e gozou... senti que ele tinha gozado bastante mesmo... ele gemia na minha orelha e grudava na minha cintura... terminou, tirou e foi pra sua cama. Muito rápido, não gostei, fiquei insatisfeito com aquilo ele não levou nem dois minutos eu tava acostumado a dar mais de meia hora... zangado fui dormi.... mal pego no sono ele volta e fala: - Desculpa Junior, eu tava com muito tezão, por isso fui rápido, mas vc quer que eu continue? Balancei a cabeça que não, já q ele alisava minha nuca logo entendeu... ficou parado e começou a chorar baixinho... confesso tive dó dele. Ele tava se descobrindo e tava louco por sexo... - Deixa só um pouquinho? Com a mão na minha nuca pra saber a minha resposta... eu tava pelado, de bunda pra cima, com um menino chorando pra me comer... esperei um pouco e fiz sim com a cabeça. Ele estremeceu e fui me abraçando por traz.... - Eu te amo. – disse. Me comeu uns 10 minutos e gozou... não tirou, senti o pau dele crescer novamente e ele voltou a bombar...mais uns dez minutos e ele gozou de novo. - Posso voltar mais tarde? Perguntou. Afirmei com a cabeça e ele saiu... ele moleque tem um fogo! Pensei. Lá pela madrugada sinto ele me acordando... me comeu de novo, continua em pessoal Me deu um beijo na nuca e disse: - Eu te amo mesmo. Foi dormir. No outro dia luz apagada, um tremendo temporal... ele veio e deitou do meu lado e falou: - Eu te amo Junior... me chupa? Eu to louco cara pra saber como é ter o pinto chupado. Eu já tinha chupado um a força, mas pedindo e dizendo que me amava... desci até seu pau e chupei como fabio tinha me ensinado. O menino tremia encolhia as pernas, segurava minha cabeça, passava a mão no meus lábios pra ver se tava mesmo com o pinto dele na boca... logo gozou... ele gozava bastante. Eu engoli. Limpei o pinto dele e deitei de bundinha pra cima. Ele foi deitar na cama dele, mas sabia que voltaria. Foram seis dias sem dormir direito. Mas com muito prazer. Descansei um dia mas chupei uma vez ainda pro Gabriel. Chegou a vez de repetir com o Fabio, já tava com saudade daquele corpo encima de mim. Ele veio sim me satisfazer e disse que tava demorando muito pra voltar a me comer No fim disse: - gostou? - Fiz sim com a cabeça e ele já começou a lubrificar e enfiar em mim... no dia seguinte foi Gabriel que comentou que tava louco pra chegar a vez dele. Toda vez que a gente tranzava ele dizia que me amava. No outro dia fui o Paulo que me comia sem pressa e ia fundo. Eu sentia um menino acolhido por ele, me trazia segurança e sabia me dar prazer. Por fim foi a vez do Fernando que sempre se fazia superior a mim... comia, gozava rápido e ficava me bolindo. Sempre falando que eu sabia dar e ele era mestre em comer, esses papos de arrogante. Conto o resto depois...



sábado, 27 de março de 2010

Download - O Boy Loirinho da Academia


Meu nome é Luciano, já com meus 32 anos, saía do trampo e ia malhar, pra manter a forma e ficar bem comigo mesmo.Tenho 1,75 m, 73 kg, tenho cabelos pretos curtos, nada muito especial no meu físico, além olhos castanhos claros, mas está tudo no lugar e acho que o conjunto causa boa impressão, pois não tenho dificuldade de arranjar companhia. Embora seja uma pessoa meo reservada, sei que tenho facilidade para me aproximar de quem me atrai, podendo ser muito simpático e cativante, envolvendo as pessoas na “mãnha”, como se costuma dizer aqui em Belém do Pará.Ele tinha acabado de fazer 19 anos quando começou a frequentar a mesma academia, aparentava ser menor idade, tinha cara de moleque safado e se chamava Jason . Era branquinho, muito loirinho, tinha pêlos nas pernas que iam “rareando” quando subiam pelas coxas e voltavam a engrossar na virilha formando o “caminho do pecado” na direção de seu umbigo. Seu peito largo também tinha alguns pêlos claros. Devia ter 1,80m, era magro, mas tinha bundinha, coxas grossas e costumava ir malhar com shorts um pouco curtos (mas não apertados), que puxava para baixo da cintura e com camisetas velhas e cortadas, deixando seu abdômen liso a amostra. Eu não conseguia tirar o olho daquele cara, principalmente quando ele ia para determinados aparelhos e deixava em destaque aquele volume grande, mal arrumado para a direita. Às vezes ele se “tocava” que podia chamar a atenção e metia rápida e discretamente a mão dentro do shorts colocando aquele cacetão para baixo, o que me deixava alucinado, pois eu ficava em posição que dava ver o seu pauzão “descansando” no meio daquelas bolas, por entre o seu calção, em cuecas brancas e surradas de algodão, quando ele ficava de pernas abertas deitado no supino. Fiquei “secando” o cara sem deixar ele perceber por cerca de 6 meses. Ele estava ganhando massa muscular e ficando mais gostoso e como ele me deixava nervoso, não conseguia ficar à vontade para tentar me aproximar. Até que um dia ele me pegou “feio” olhando para ele no supino, eu não consegui disfarçar . Ele ficou me encarando curioso, mas depois fechou a cara. Terminei meus exercícios e fui para casa, triste por ter dado bobeira, pensando que daquele jeito eu nunca ia conseguir transar com o “boy loirinho” e ainda ia servir de gozação para os outros caras da academia. O próximo dia era sábado e eu resolvi ir malhar às 8:00 h para pegar a academia vazia e a única pessoa que já estava lá quando eu chego é o Jason. Ele olha para mim e me cumprimenta muito naturalmente: __ Fala cara !!!, porra eu tava sozinho nessa porra, dá uma força pra mim aqui, que eu aumentei minha carga ontem e ainda não tô aguentando legal esse peso.... Lá fui eu pra trás do supino apoiar a barra para aliviar o peso enquanto ele fazia as repetições. Malhamos juntos naquele dia, ele falava muita sacanagem e ficou surpreso talvez por eu ser mais velho e não ter muitas amizades na academia, quando eu entrei na onda dele e comecei a falar besteira também. A gente acabou rindo muito naquele dia. De vez em quando ele me olhava com uma cara meio safada, mas eu ficava na minha. Às 10:30h tínhamos terminado as séries e fomos embora quando a academia estava começando a encher, quando ele comenta: __ Porra tinha esquecido que ainda tenho aula de informática essa tarde, ás 2 horas, caralho ....! Eu perguntei onde ele estudava e descobri que a escola ficava bem perto do meu apartamento. Eu já tinha a vida bem estruturada, morava só e resolvi o convidar ele pra passar lá em casa depois da aula, tomar uma cerveja, ouvi uma música ou ver uns filmes (eu ia passar na locadora).Ele ficou calado um tempinho, mas logo sorriu e pegou meu endereço e telefone, disse que ia lá sim, depois das 4 horas e perguntou se dava para eu pegar um filme de sacanagem, pois já fazia um tempo que ele não via porque na casa dele tem sempre muita gente. Faltavam 15 para às 4 quando o interfone tocou e ele foi logo falando: __ Cheguei cedo cara?!!, o filho da puta do professor liberou a gente mais cedo hoje...Eu respondi: __ Sobe aí, tô terminando de tomar banho... Saí do banheiro e Jason estava na sala de bermuda jeans apertada, tênis e camiseta regata azul marinho, e óculos escuros. Ele tava lindo cara, na sua simplicidade. Perguntou se podia ver meus CDs e eu falei pra ele colocar um som e pegar uma cerveja na geladeira enquanto eu me vestia. Começamos a beber e conversar sobre música e para minha surpresa ele conhecia e gostava de muitas bandas de rock da minha geração: Iron, Rush, Nirvana, Pink, Led, Queen, entre outras. Foi quando ele saiu com uma tirada inesperada: __ Porra cara, eu sei que nem sempre tem a ver, mas pra gostar desse som vc deve curtir um baseado..., Porra se vc curtir e tiver um aí, eu tô mesmo muito a fim de fumar... Eu ri alto e respondi: __ Vamos fumar então... Ele ficou todo entusiasmado: __ Porra cara, legal mesmo... Fumamos um baseado e ele perguntou se eu havia pego “aquele” filme, eu respondi que sim, mas teríamos que ir para o meu quarto, pois o DVD ficava lá. Pegamos mais cerveja e eu coloquei o filme e puxei as cortinas do quarto pra ficar meio escurinho. Nos sentamos um em cada lado da cama e Jason pediu pra tirar a camiseta e o tênis.O filme começou a rolar. Com meia hora eu já “chapado” não conseguia tirar os olhos da bermuda dele que estava com um volume enorme, o pau dele estava pra baixo e formava um arco duro e pulsante no jeans. Ele fingia que não estava percebendo que eu estava olhando. Acho que aquela tora mal arrumada estava incomodando e ele pediu pra dar uma mijada. Ele foi no banheiro e eu fui pegar mais cervejas e ainda vi ele metendo a mão na bermuda pra tirar a rola, com certa dificuldade. Ele voltou para o quarto com o pau pra direita. Não resisti mais e passei a olhar mais insistentemente. Ele olhava pra mim de vez em quando, fazia algum comentário sacana sobre o filme e ria e eu já me desesperando pensando se eu deveria esticar a mão e pegar logo naquela rola de uma vez, que já tava manchando de leve a bermuda com uma gotinha de sêmen na direção da glande. Depois de quase uma hora de filme, percebendo que não dava mais pra ignorar que eu não tirava o olho do pau dele, Jason virou pra mim, me encarou sério e disse: __ Qual é cara ? Não para de olhar pra cá..., Disse isso dando uma apertada no pau e então eu falei baixo e meio sem coragem: __ Jason, já te fizeram um boquete enquanto vc via um filme pornô ? Ele chegou pra perto de mim e com cara de puto, próximo do meu rosto perguntou, com a voz muito grossa: __ Como é que é cara ? Confesso que eu estava tremendo de nervoso, com medo da reação dele, passando pela minha cabeça, que ele tinha deixado ir tão longe só pra ver a minha e depois cortar e me sacanear e então olhei sério pra ele também e respondi: __ Deixa pra lá..., Voltei a olhar pra o filme agora com a cara fechada, ele ficou me encarando ainda um tempo, mas depois recuou para o lado em que ele estava na cama, esticou as pernas e de supetão abriu o zíper e puxou a bermuda pra baixo, junto com a cueca e seu pau pulou como uma alavanca, durão e avermelhado, batendo na barriga com força, fazendo aquele barulho de tapa. Ele afastou a rola do abdômen, forçando só com um dedo, apoiado na base grossa daquela pica, empurrando ela pra cima, que era pra eu ver bem o tamanho. Eu estava pasmo olhando aquela coluna de carne, quando ele disse: __ Tá a fim de chupar cara, se tiver mesmo a fim, taí....., mas é só chupar falô ? Eu me aproximei dele na cama e comecei a beijar suas coxas me aproximando da virilha e ele se masturbando bem devagar curtindo o filme e eu assistindo de perto e ao vivo aquele colosso pulsando: devia ter uns 21 cm, com uns pentelhinhos loiros, era grossa, branca, reta, roliça, afunilado um pouco na direção da glande, terminando com um cabeção vermelho macio e rombudo, parecendo que ia estourar de tão duro. Quando eu estava pensando que era melhor ter cuidado se não ele não ia gozar muito rápido. ele começou a esfregar a rola no meu rosto e falou baixinho: __Chupa logo, olha só a minha caceta já tá toda melada, tu não queria chupar?...então chupa....! Eu comecei a lamber a base da pica dele, cheirando a sabonete Phebo, sentindo o gosto do esperma que já estava escorrendo, o pau pulsava com força na minha mão a cada lambida que eu dava, até que eu abocanhei a sua glande apertando meus lábios em volta, fazendo movimentos pra cima e pra baixo, enroscando a língua naquele cabeção. Aí Jason ficou doido, pegou minha cabeça e forçou contra seu pau tentando fazer eu engolir aquela vara toda, mas eu consegui tirar da boca antes e ele meio puto falou: __ Porra cara, vc me deixa com o pau duraço, diz que quer chupar e depois fica com onda!!! Qual é ? Respondi rápido: __ Eu quero chupar e vou te chupar muito, mas eu também tô doidinho pra sentir esse cacetão na minha bundinha e não quero que voce goze logo, coloca em mim cara ? Nunca vi um pau do tamanho do teu !!! Ele ficou acariciando o pau, sorriu e falou: __ Porra cara, tu tem um papo do caralho não é ? .... chupa, chupa que tava firme, depois a gente vê o que a gente faz.... { Eu voltei a chupar e agora chupava o cacetão todo, que estava duro como pedra, Ele “reinava” comigo, e dizia: __ Faz eu gozar faz cara...., deixa eu gozar na tua boca....? Eu continuei chupando e fui tirando minha bermuda ficando numa posição que dava pra ele ver minha bunda, foi então que ele falou: __ Deixa eu pegar na tua bundinha pra eu ver qual é.... Eu fui me virando lentamente e fiquei quieto de bruços na cama. Primeiro ele deu um tapinha, começou a apertar as nádegas e depois passar o dedo de leve no rego, descendo até lá embaixo. A essas alturas eu tinha entreaberto as pernas e meu traseiro tava se contraindo a todo minuto e quando ele sentiu isso, falou com a voz rouca bem excitado: fica de quatro fica, pra eu ver esse cuzinho piscando...., cadê a camisinha ? Eu lhe dei a camisinha e ele colocou o preservativo com dificuldade. Passei gel naquele cacetão. Em seguida ele me abraçou por atrás e com o pau dando “pinote” encostado na minha bunda, falou no meu ouvido: __ Tu me deixou com um tesão do caralho sacana, agora Eu respondi: __ Bota devagar que eu aguento tudo falô ?. Fica parado e deixa que eu vou colocando aos poucos dentro de mim, até entrar tudo.... Ele respondeu: __ Tá firme, mas eu quero gozar com o meu pau até o talo na tua bunda, sacana... Ele sentou na beira da cama e fiquei olhando pelo espelho, encostar o cabeção, que estava bem melado de lubrificante, no meu cuzinho. Ele ficou parado depois de apontar, eu relaxei e empurrei a bundinha para trás, entrou um pouco, eu senti dor mas fiquei na minha, ele puxou o ar entre os dentes sibilando e depois falou: __ Entrou só a “cabeçinha”, sacana... Eu aguentei um pouco e fiquei contraindo aquele cacetão no meu cuzinho e então engatei de novo a ré e a caceta dele entrou até a metade, eu já tava relaxado mas assim mesmo doeu muito. Eu dei um tempo de novo e excitado comecei a mexer um pouco e ele falou sussurrando: __ Não está mais doendo sacana ? Deixa eu meter tudo deixa ? Tá gostoso pra caralho, tá quente esse cu, apertadinho.... Eu falei sem pensar: __ Mete, pode meter tudinho que eu tô gostando.... Jason me agarrou pela cintura e nessa hora eu aproveitei pra por a mão dele em cima do meu pau. Me puxando para trás, enfiou aquele cacetão todo no meu rabo. Senti seus pêlos e saco encostando nas bochechas da minha bundinha e ele falava: __ Não mexe cara, não mexe cara que eu ainda não quero gozar, sacana....., fica parado que eu ainda não quero gozar.., Ah!!!, tá apertado pra caralho, Ah, sacana se tu ficar mordendo minha caceta assim com esse cuzinho eu não vou aguentar e vou gozar cara.... Eu então não me segurando, dei uma rebolada, depois fui para frente, deixando só o cabeção engatado, contraí o cuzinho e fui para trás, a engolindo aquele cacetão todo, com vontade... Falei pra ele: __ Goza cara, goza gostoso, que eu já tô gozando. Eu já estava espirrando gala em todo o colchão e Jason sentindo as contrações do meu cuzinho, me deu três bombadas com muita força. Meio descontrolado ele gozou, me esmagando na cama. Ele ficou deitado em cima de mim por uns 5 minutos, eu sentindo o pau duro dele ainda dentro pulsando e sua respiração cansada na minha nuca. Pedi pra ele tirar devagarzinho, pois estava doendo. Ele tirou com cuidado, sentou na cama e depois falou pra mim: __ Vem aqui que eu quero falar contigo... Eu sentei do lado dele meio desconfiado, ele passou a mão nos meus ombros e rindo encaixou a cabeça no meu pescoço, começou a me dar uns “cheiros”, eu fui virando procurando a sua boca, ele parou, me encarou sério de novo e foi aproximando seu rosto até me beijar com muito carinho. Jason levantou pediu pra tomar banho e eu fui levar a toalha. Fiquei olhando pra ele na ducha. Ele sorria maroto e baixava a cabeça, olhava para pau que não baixava, olhava pra mim e ria de novo. Eu perguntei: __ Vai ficar tudo normal entre a gente não é cara ? A gente pode ficar amigo ? Ele respondeu: __ Pode sim, mas transa foi só essa falou ? Foi bom pra caralho e eu não quero me ligar...., não fica puto cara, isso nunca aconteceu comigo, não desse jeito e eu tenho receio, minha família é foda..... Assim como eu confiei em voce, te achei legal e deixei rolar, quero que vc entenda também o meu lado.... Talvez a gente dê uma saída aí, um dia desses..., deixa passar um tempo..., isso se voce ainda quiser, falô ? Jason mudou de horário na academia, eu encontrei com ele uns 2 meses depois de novo em um sábado de manhã, me deu um sorrisão quando me viu, me chamou, me abraçou discretamente. Eu falei pra ele baixinho: __ Penso em ti pra caralho cara, se tu mudar de idéia, eu tô lá em casa... Ele riu e depois respondeu sério: __ Porra cara, não faz isso ... Jason nunca voltou ao apartamento, eu tive que me mudar um tempo depois e perdemos contato. Eu dedico a ele com muita saudade a melhor transa da minha vida.


Download - Na Seda Das Lembranças


essa é pro meu amor, que ta longe de min.

- calma shero , em breve vamos estar lado a lado.

aki vai uma das minhas poesias ,



Na Seda das Lenbranças


As veses penço..

em min, en nós

sera q a vida tem mesmo de ser assim,

a distáncia.

Sera que naum temos direito de amar?

Só por amarmos diferente.

ouço entre vóses futeis :"como a vida é béla"

sera mesmo ?

nao parece tao bela como tal.

Tudo q vejo é apenas lenbrança,

quando meus olhos focam o céu

"lah esta voçe. Azul"

quandu ando no bósque.

o cheiro inibriante das flores me fasen lembrar..

Como era doce

quando em fim..

chego em meu relento.Deito-me sobre tao macia seda

do que um dia fora um lindu ninho.

minhas lágrimas

corem sobre tão triste face

cansada,carente, e por fim morta

pelo frio da solidão

me vejo aqui só

um que um dia passara por tao bélos sorrisos

hoje consola-se só

na ceda das lenbranças.



by : Herico Danter


sexta-feira, 26 de março de 2010

Download - O Menino e o Pedreiro ..

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Quando eu tinha dez anos de idade, meus pais resolveram construir uma pequena casa no fundo do quintal, para receber uns parentes que viviam em outro estado. O quintal era muito grande e a casinha seria construída bem no fundo, atrás de árvores e plantas. Como não havia pressa, foi contratado um único pedreiro, de confiança, para fazer o serviço, que devia durar uns dois meses. O pedreiro chamava-se Jair, e era um crioulo simpático, muito forte e muito tranqüilo (diríamos hoje, um cara zen;). Jair devia ter uns 40 anos, embora minha percepção de sua idade à época não deva ser muito confiável. Meu pai ficava o dia inteiro fora e minha mãe estava sempre atarefada na casa da frente do terreno, além de sofrer de alergia a cimento, o que a mantinha afastada do fundo do quintal. Quando Jair precisava de algo tinha de ir até lá.
Eu era um menino muito sozinho, sem amigos, estudava pela manhã e à tarde ficava vendo o trabalho de Jair. Logo fizemos amizade, ele sempre muito solícito, ensinando-me e até me permitindo fazer algumas coisas mais simples. Nesse ritmo, fomos criando intimidade. Os dias foram esquentando e Jair passou a se vestir de forma mais leve (tendo o cuidado de cobrir-se ao ir falar com minha mãe), e no fundo do quintal, passou a usar apenas um calção largo de futebol, sem camisa. Eu também, com o calor, usava apenas um shortinho de malha.
Um dia Jair pediu-me para segurar uma linha que alinhava a construção de um pequeno muro (não sei como se chama este instrumento) e, ao se abaixar para assentar um tijolo, seu pinto escorregou pela perna do calção, já que ele estava sem cueca... Ele ficou meio sem graça e tentava se equilibrar para esconder aquele pedaço de carne preta, quando olhou para mim e me viu hipnotizado pelo que via. Jair ficou de pé e riu, dizendo que a “cobra” estava querendo fugir, com naturalidade, evitando constrangimento...
Perguntou se eu havia visto a “cobra”, tranqüilizado pelo clima da brincadeira, disse que sim e que ela era muito grande... Jair perguntou: - o que você faria se a “cobra” fugisse? E eu, rindo, disse que a capturaria... Jair olhou para a casa da frente, distante, e puxou seu pinto pela perna do calção, a “cobra” estava maior e mais dura... Disse então que duvidava da minha coragem e que eu fugiria da “cobra”. Neguei indignado e ele desafiou-me: - pega então, que eu quero ver....
Sentia algo estranho e estava trêmulo, caminhei em sua direção e peguei na pica que cada vez crescia mais. Senti a carne quente e dura e, estranhamente para mim, meu pintinho endurecia, enquanto meu coração estava aos pulos. A pica ficou completamente dura e Jair disse que era um pirulitão, e que eu podia chupá-lo. Não acreditei naquela conversa, mas não conseguia largar aquela pica e estava com água na boca...
Jair sentou-se num pequeno muro em construção e deixou a pica bem na altura do meu rosto, foi trazendo-me pela nuca com calma e delicadeza até que encostei a cabeça da pica na minha língua, sentindo uma gota de líquido salgado. Lambi o cabeção e, seguindo as orientações do pedreiro, pus uma parte da pica na boca e comecei a mamá-lo. Jair ensinava e acariciava meus cabelos. Depois de poucos minutos, Jair começou a gemer e estremecer, eu fiquei assustado, mas, ele me disse: - continua branquinho, continua pra tomar leitinho. Não entendi, mas, logo, senti o jorro do “leite” em minha boca... Jair segurou minha cabeça com força e jeito, e disse: - toma teu leite, branquinho, toma tudinho pra ficar forte...
Não entendia o que se passava, mas estava adorando. Jair me explicou que aquele devia ser um segredo nosso, de amigos, e que se contasse para alguém, ele teria de ir embora. Era tudo o que eu não queria. Naquele dia, “mamei na mamadeira”, como ele dizia, mais duas vezes. Dalí em diante, ficamos mais amigos, e Jair avançava em carinhos nos meus mamilos, nas minhas costas e coxas... Uns três dias depois, enquanto eu o chupava, ao que já me acostumara, começou a alisar minha bunda e como não notara reação contrária, além de entretido chupando a rola tinha cada vez mais confiança nele, meteu a mão por dentro do short e ficou alisando meu reguinho.
Era uma sensação gostosa e passou a fazer parte de nossas brincadeiras... Logo, Jair começou a molhar o dedo com saliva e metê-lo no meu cuzinho. No início eu reclamei, então ele disse: - quer que pare de brincar com você branquinho? Fiz que não com a cabeça encostada na sua rola e, aproveitando o momento, Jair meteu todo o dedo, sublimei a dorzinha com o gosto da rola em minha boca... Esses brinquedos avançaram por umas duas semanas, eram três, quatro vezes por dia, leite de pica e dedo no cuzinho.
Outras brincadeiras foram surgindo, Jair me ensinou a lamber suas “bolas” e, quando vinha de banho tomado logo depois da escola, lambia meu cuzinho enquanto eu ficava de quatro, de “cavalinho” ele dizia, numa bancada da construção. Jair disse que ia brincar com meu grelinho... Eu entendi “grilinho”... Ele riu muito e este passou a ser o apelido do meu pintinho. O pedreiro lambia o meu cuzinho e acariciava o meu “grilinho” com a o seu polegar... Eu ficava louco... Jair passou a pincelar o cacete no meu rego e, às vezes, gozava assim, eu ficava com a bundinha e as coxas meladas e lambia o “leitinho” que restava na pica, pra ficar forte...
Na época minha mãe iniciou um tratamento médico no centro da cidade, se ausentando por, no mínimo, três horas nas tardes de segundas, quartas e sextas. Ela queria me levar com ela, mas pus tantos obstáculos (deveres de casa, cansaço etc.) que ela me deixou ficar, e ainda pediu para o pedreiro me olhar... No primeiro dia de tratamento nada mudou, continuei a mamar e ele a fazer as brincadeiras de sempre... Acho que o pedreiro queria confirmar o horário de mamãe.
No segundo dia do tratamento, quando cheguei para a minha primeira mamada, Jair se levantou e foi à cozinha da casa, não entendi, mas, logo, ele voltou com um pote de manteiga... Pôs a manteiga no lado e chamou-me para chupar, balançando a pica, enquanto chupava ele começou com suas brincadeiras no cuzinho, como de hábito, porém, desta vez, espalhando manteiga no meu rego e no meu cuzinho... enfiando o dedo com mais facilidade, enfiando dois dedos... titilando o “grilinho”. Eu não reclamava, não queria que ele parasse de brincar comigo...
Depois de alguns minutos, ele tirou a pica da minha boca e, levantando-me do ar como uma pluma, me debruçou na bancada, tirando todo o short. Passou mais manteiga e começou a fazer um vai-e-vem com os dedos. Então. Jair encaixou sua pica, duríssima, na entradinha do meu cuzinho... agarrou minha boca com sua mão enorme e segurou firme na minha cintura. Não tive tempo de entender direito, Jair cravou a pica de uma só vez, impedindo-me de gritar e de fugir, com suas mãos fortes. Senti-me rasgado, sem dizer um ai. As lágrimas desciam sobre a mão grossa do pedreiro, a pica enorme alojava-se inteira no meu cuzinho.
Depois de algum tempo, não sei se segundos ou minutos, comecei a me sentir anestesiado e uma sensação estranhamente gostosa tomou conta de mim. Jair gozou enchendo-me de leite. Acho que ele foi rápido por preocupação com o retorno da minha mãe, e também porque acho que era o único jeito de fazê-lo, abrindo caminho para fodas mais suaves... Jair me levou ao banheiro e lavou meu cuzinho, que tinha um filete de sangue, com o maior carinho. Ele disse: - te machuquei meu branquinho? Diante de minha cara chorosa ele continuou: - quer que eu pare de brincar com você? Eu fiz com a cabeça que não...
Depois de dois dias de descanso, só mamando e levando dedos no rabo (Jair passou a usar sempre vaselina, eu passava o dia inteiro com o cuzinho melado), Jair perguntou se queria “engolir a cobra” novamente... Eu mesmo me debrucei na bancada. Estava com o cu limpinho de banho recém tomado e Jair lambeu minha olhotinha por alguns minutos. Depois, lambrecou meu rabinho com vaselina e ficou laceando com um, dois e, acho, até três dedos... Encaixou a pica e, desta vez, foi empurrando devagar... Doeu muito, mas o tesão que me dominava era mais forte, e a sensação da rola passando suavemente pelas pregas e paredes do cu era indescritível. Após alguns minutos, Jair me encheu de leite.
Até o fim da obra, que no fim durou quase três meses, mamei e dei o cuzinho para o pedreiro. Com o tempo, acostumei-me à vara e não havia mais riscos de gritos suspeitos, e Jair ficou convencido de que minha mãe jamais iria ao fundo do quintal, passei, então, a tomar na bunda todos os dias, mesmo com minha mãe em casa... Jair me viciou


esse é o primeiro conto do blog .. altoria sertamente nao sera revelada , quem tiver interece em postar sem conto envie pra keo-boy@hotmail.com....