quinta-feira, 22 de abril de 2010

Download - irmao do meu amigo.


Esse meu relato aconteceu já há alguns anos, mas continua vivo dentro de mim... Eu sabia da minha preferência mas nunca havia ficado com outro cara. Tivemos que fazer um trabalho de escola e eu e meu amigo Anderson ficamos junto com toda a galera no laboratório do colégio até 22h00. Quando fomos embora, estava nos esperando o irmão mais velho do Anderson. Chovia e fazia frio, por isso ele veio nos buscar de carro. Eu estava naquela ocasião morando apenas com minha avó porque meus pais haviam se mudado para o Rio de Janeiro. Leandro é até hoje um cara super gostoso, forte, malhadão, lindo pra caralho. Muitas vezes eu batia altas punhetas pensando naquele macho tesudo. Ele deixou o Anderson na casa deles e disse que me deixaria na minha casa e que depois ia pra uma baladinha.



No caminho, falávamos sobre tudo até que o Leandro começou a falar sobre sexo... fodas etc... A chuva caía ainda mais forte. Muitos raios e trovões... Eu sou até hoje bastante tímido pra falar sobre sexo. Escrever minhas experiências é baba, mas falar... hehehehehehhe. Bom, o Leandro falava das putarias da época de colégio, dos lances que rolavam nas salas que ficavam vazias, etc... e me perguntou se eu já tinha trepado ou se continuava só nas punhetas... eu respondi que só tava nas punhetas e ele ria muito.


Daí pra frente, reparei que o safado não tirava a mão do cacete dele. Dava aquelas pegadas pesadas, apertava e de relance e aproveitando que ele olhou pro outro lado mirei a calça dele. A rola dele estava super dura e jogada do lado direito. Tava tão dura que dava pra ver até o contorno da cabeça da jeba dele. Fiquei com a boca seca, meu coração disparou, minha respiração ficou ofegante pra caralho e ele percebeu e me perguntou se eu estava bem. Respondi que sim, e que só estava assustado com aquele monte de raios... ele riu e disse: ô dó... meu nenêzinho ta com medinho da chuva é??? Não esquenta não que titio Leandrão tá aqui pra te proteger, tá??? Se precisar te dou colinho... e ria... e não largava a rola. Eu já não conseguia olhar pra mais nada a não ser pra aquele volume enorme na calça dele.


Viajei... de repente “acordo” do meu sonho, com Leandro me perguntando porque eu estava encarando tanto o cacete dele e estava com uma cara safada pra caralho... Eu fiquei nervoso e tremia muito por ter sido pego assim no flagra, afinal eu não demonstrava de jeito nenhum curtir outros caras e não conseguia explicar nada... fiquei quieto e olhava pra frente. E ele dizia coisas pra me acalmar, do tipo... é normal ter curiosidade e querer ver o pau de outros caras quando a gente é pequena, tipo só pra comparar...


Nisso a gente já tinha chegado à minha casa e eu queria sair voando daquele carro mas ele não deixava porque senão eu iria me molhar muito... ele dizia que poderia esperar, que não tinha mais nada pra fazer e assim a gente ficaria batendo papo... disse que sempre achou minha casa muito bonita, grande mas que apesar da amizade de nossas famílias que nunca tinha entrado e esperava que eu o convidasse dia desses pra conhecer a casa por dentro... fiquei sem jeito e disse que a hora que ele quisesse poderia vir... mesmo sem avisar...


Quando olhei pra ele de novo, ele tava apertando muito o pau dele e ao ver minha reação de espanto me perguntou se eu queria ver o pau dele...eu disse NÃO... mas ele rindo falou que já tinha percebido que eu tava espiando ele há tempos que não tirava os olhos da pica dele... e pegou minha mão esquerda e colocou em cima da rola dele...só aí pude ter noção do que era um pinto de homem adulto. Era muito grande, quente, grosso e pulava... ta certo que meu pau estava todo molhado dentro do meu moleton e eu aproveitava os livros que estavam no meu colo pra ficar apertando contra meu pau e cheguei quase a gozar. Ele pressionava minha mão pequena sobre o pau dele e foi abrindo o zíper, arrancando com certa dificuldade o pau dele e me mostrou meu sonho de consumo. O CACETE DELE. Era lindo... reto, liso, grosso... cheiroso e tinha um liquido saindo... ele colocou minha mão no pau dele e me dizia que era normal amigos brincarem entre si e me fazia bater punheta pra ele... eu batia bem devagar apertando bastante principalmente quando chegava na cabeça que estava totalmente exposta...(ate hoje me lembro da babeira que saia daquela jeba).


Num momento de doidera, convidei ele pra entrar e disse que minha avó deveria estar dormindo e que lá dentro seria melhor do que na rua. Acionei a abertura do portão e ele entrou com o carro... entramos na casa que estava escura e ele me agarrou por trás e disse pra deixar todas as luzes apagadas pra minha avó não acordar. Eu podia sentir a rola dele nas minhas costas... eu andava em direção à cozinha e ele sempre grudado em mim. Chegamos e ele abriu a calça e me agarrou de frente ao corpao dele e procurou me beijar...e conseguiu....foi meu primeiro beijo...muito bom, molhado, quente... senti ele forçando minha cabeça pra baixo e entendi o que ele queria... fui descendo beijando a barriga dele, mordiscando tudo o que encontrava... até que cheguei na rola...dei uma cheirada pra marcar bem dentro de mim e nunca mais esquecer... coloquei o pau dele entre meus lábios...(confesso que não sabia muito bem o que fazer) e ele foi enterrando o pau dele na minha boca... aprendi muito rápido e em poucos minutos eu estava tirando gemidos e palavrões daquela boca tesuda...tipo: isso, me chupa minha bichinha tesuda, sempre quis te comer gostosinho..agora você vai ser meu e só meu... entendeu? Ahhhh.. chupa mais fundo....vai soca ele na tua garganta... pega no meu saco enquanto isso... Assim mesmo tesaosinho... vai... mama gostoso... Ahhhh ... puta chupeta gostosa...


De repente parei tudo e me agarrei nele... e sussurrei no ouvido dele pra irmos pro meu quarto. Quando chegamos ele arrancou minha roupa e a dele...me deitou na minha cama e se jogou em cima de mim, e me deu meu primeiro banho de língua. Nada foi esquecido, nem os pés se salvaram... o filho da puta sabia trepar como ninguém...mamou minha rola e quando percebeu que eu iria gozar parou e me deixou de frango assado, chupou muito meu cu deixando ele todo alagado de saliva. Passou muita saliva no pau dele e se deitou em cima de mim e me pediu pra me penetrar...eu, mesmo com medo da dor disse que SIM... Ele encostou a cabeçona toda molhada na minha portinha e forçou. Não senti dor e sim medo... ele mandou eu relaxar e forçou mais.... senti alguma coisa me cortando e pedi pra ele parar...ele dizia coisas tesudas pra mim e pedia pra eu relaxar. Eu tentava mas não conseguia e bem devagar ele foi enterrando os mais de 19cms de vara dentro de mim. Juro que não sentia muita dor. Ele ficou um minuto ou dois todo enfiado em mim só rebolando e se esfregando no meu pau e me beijando...falando sacanagens, chupando minha orelha até que não agüentei mais e gozei... foi minha primeira grande gozada. Lambuzei nossos corpos de tanta porra que saia de mim e escorria pela lateral da minha barriga.


Quando parei de gozar ele disse que era a vez dele e começou a bombar. Bombava forte mas carinhosamente e me perguntava a todo instante se eu estava bem... Sem forças nem pra responder peguei na bunda dele e forçava o corpo dele contra o meu. Eu queria sentir aquele macho todinho dentro de mim... Ele me pediu pra ter calma e paciência que a porra dele já estava vindo... eu pedi pra ele demorar só mais um pouco...e ele aumentou ainda mais na força e velocidade das estocadas. Ele me agarrava tão forte que era difícil respirar. Meu tesão já era demais e falei que ia gozar de novo ele mandou eu esperar um pouco pra gozarmos juntos. Ele socou a rola em mim forte, tão forte que parecia estar no meu estomago... Ele gemeu meio alto e me agarrou forte jogando todo peso dele em cima de mim e deu as últimas estocadas. O corpo dele tremeu e senti o pau dele ficar mais grosso e logo em seguida o pau dele parecia estar pulando dentro de mim...eu sentia alguma coisa muito quente escorrer pela minha bunda e ele só dizia: To gozando...to gozando....aê.... to te lavando por dentro....caralho. Que gozada gostosa... toma mais porra nesse cu toma... Ai que cu gostoso... a minha melhor foda... Não agüentei aquilo e gozei tudo de novo... A sensação foi tão boa que comecei a chorar e ele preocupado comigo me pedia calma, me beijava, fazia carinhos... Num abraço forte eu disse a ele que chorava de emoção, de já sentir saudade dele, de tudo ter acabado...


Ele me olhou bem nos meus olhos e me disse:


-Seu bobo, quase me matou de susto...pensei que eu tivesse te machucado... E nada acabou... Nem começou...


Fodemos mais umas duas vezes aquela noite e até hoje quando nos encontramos ele sempre dá um jeito de se livrar da namorada dele pra nos encontramos e treparmos como dois meninos safados..

Download - Homens maduros com homens jovens: quem disse que esta relação não dá certo?

Muitas vezes quando um homem maduro é visto junto a um jovem rapaz algumas pessoas os discriminam.

Isso acontece devido a influência heterossexual que por muito tempo afirmou que uma mulher madura ao se relacionar com um homem mais jovem seria “trocada” por uma mulher mais jovem; que o jovem somente estava interessado e outras coisas mais...
No caso dos homens sempre foi dita aquela velha história de que a mulher jovem somente se interessa pelo dinheiro dos homens mais velhos.
Preconceito ignorante e sem fundamento, foi, aos poucos, sendo inserido na comunidade gay e hoje este tipo de relacionamento não é bem visto por alguns.
Na Grécia antiga, onde a homossexualidade era vista de forma habitual, relacionar-se com um homem maduro era um privilégio para os jovens.
Acreditava-se que manter relações com homens maduros era um forma de trazer aos jovens sabedoria, cultura e respeito perante a sociedade grega.
Muitos jovens pensam que passar dos 40 anos é como estar fazendo uma carteirinha para entrar no asilo e que nesta idade os homens possuem barriga, muitas rugas e etc.
Lamento muito por este pensamento, pois cabe aqui lembrar que alguns dos homens mais bonitos do mundo já passaram desta idade, como Brad Pitt que hoje está com seus 45 anos e Keanu Reeves que está com seus 44 anos.
Porém, também há o “outro lado da moeda” que é o preconceito dos maduros com os jovens.
Existem homens maduros que afirmam que jovens não possuem cultura, somente pensam no culto ao corpo sem se preocupar com o intelecto.
Também lamento por quem pensa assim, pois conheço muitos jovens de 20 anos que possuem muito mais cultura e sabedoria que homens de 50 e 60 anos.
Certa vez, em uma reunião de amigos, um deles que está na casa dos “enta” (quarENTA, cinquENTA...) me apresentou seu novo namorado de 18 anos.
Fiquei surpreso no momento, pois este amigo sempre teve preferência por homens acima dos quarenta, porém o jovem rapaz, ao contrário do que certos maduros pensam, além de lindo, dominava 5 idiomas, havia conhecido mais 20 países e já havia lido muitos mais livros do que todos que estavam ali reunidos.
Então pergunto: que preconceito sem fundamento é este? Pessoas são pessoas em qualquer idade. Nunca se pode generalizar um grupo de pessoas por ser jovem ou maduro!!!
Pensem em tudo isso escrito acima!
Quem sabe você está sozinho ou infeliz com seu namorado, por que nunca se permitiu experimentar outros tipos de relacionamentos, ou melhor, outros tipos de homens...teens ou maduros!!!

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Download - Aquele mendigo...

Meu nome é Sandro, tenho 29 anos, 1,74m, 66 Kg, olhos e cabelos castanhos, corpo seco e com pouco pêlo.





Trabalhei apenas meio horário neste dia, por causa do feriado. Como ficou trabalho acumulado, saí por volta das 20 hs, pouco mais tarde que o habitual. A cidade ainda estava vazia por conta do feriado. Resolvi voltar pé. No caminho de casa, passei num barzinho que fica logo na frente do parque da cidade. Tomei uma(s) cervejas, fumei um(s) cigarros, e quando me dei conta, já passava das 22hs.


Na hora de pedir a conta, aproximou-se de mim um rapaz descalço pedindo-me dinheiro. Fiquei com medo pois tratava-se de um mendigo muito mal encarado. O dono do bar já o conhecia da área e disse-me que era inofensivo. Chamou-o para dentro, deu-lhe uma dose de pinga num copo de plástico e mandou-o embora para não me incomodar. Seu apelido era Neco, tinha uns 27 anos, moreno escuro, magro, alto, cabelo raspado, algumas cicatrizes no corpo, tatuagem mal feita no braço e usava apenas uma bermuda rasgada, velha e suja, bem mais larga que a sua cintura, que ficava caindo de lado, deixando a mostra a todo instante o começo dos cabelos do saco.


Neco sentou-se na calçada quase a minha frente e virou a pinga numa talagada só. Já estava visivelmente chapado, com o corpo cambaleante e sempre se apoiando no chão para não cair deitado
Após uns minutos, virou-se para mim e me pediu um cigarro. O dono do bar tentou intervir mas acabei dizendo que não me incomodava e dei-lhe o cigarro. O dono, então, voltou ao balcão e se distraiu com a televisão.
Neco tentava acender o cigarro, mas estava tão louco que não acertava a chama do isqueiro na ponta. Ofereci, então, para acendê-lo. Levantou-se e quando aproximou-se de mim, senti aquele cheiro forte de pinga com suor. Ele mal podia ficar de pé. Apoiou-se em meu ombro e enquanto concentrava-se para mirar o cigarro na chama do isqueiro, esqueceu de manter a bermuda levantada, que escorregou um pouco, deixando à mostra, o começo de seu pau. Estava obviamente mole, mas era grosso como seu braço, e cheio de veias. Aquilo me deixou louco!!! Perguntei se queria sentar-se, ele disse que o dono do bar não deixava, então agachou-se do meu lado para fumar. Com a bermuda já quase no meio das coxas, vi quase a metade de sua bunda, dura como uma rocha. Não aguentei a tentação, entrei no bar e comprei outra pinga para ele. Ele agradeceu, virou o copo e pediu outro cigarro. Estava claramente fora de si.
Depois de um bate-papo meio sem sentido, já tendo contado que morava na rua, levantou-se dizendo que ia mijar. Como não queria perder a oportunidade, disse para ele mijar ali mesmo, já que o bar e a rua estavam desertas, e o dono do bar meio que cochilando no balcão. Ele levantou-se, virou de frente para a parede, de costas para a rua, apoiou uma mão na parede e com a outra, tirou para fora um cacete enorme, negro, de cabeça arroxeada, meia bomba de tesão de mijo. Fiquei com a boca cheio dágua.
Para ver como reagiria, já que no bar teria alguma segurança caso ficasse puto, olhei para ele e disse que nunca tinha visto um pau tão grande. Ele riu e começou a balançar o pau, espirrando gotas de mijo no meu braço. Já estava com meu cacete estourando de tesão, louco de vontade de cair de boca. Comecei a atiçá-lo e disse que duvidava que aquele cacete ficava duro.


Ele, então, mudou de cara, ficou meio sério, sacou o que eu queria, e falou que por grana deixaria até pegá-lo.
Não perdi tempo, paguei a conta, disse para ir na direção do playground do parque (local de pegação) e que iria encontrá-lo lá. No caminho, me deu um gelo na barriga imaginar ser assaltado ou apanhar daquele cara, mas estava louco de tesão e resolvi correr o risco.
Chegando lá, ele já estava com a mão dentro da bermuda, esfregando o pau. Falei que daria 5 reais se deixa-se chupá-lo. Ele aceitou e fomos para um lugar mais escuro. Ele encostou-se de pé em uma árvore, acendeu outro cigarro e pôs as mãos atrás da cabeça. Eu ajoelhei na sua frente, puxei seu pau para fora e comecei a chupá-lo. Seu pau era enorme, grosso, e eu chupava tudo, descia a boca até seu saco, chupava suas bolas, enquanto passava as mãos naquelas coxas grossas e duras. Ele começou a gostar, pôs as mãos em minha cabeça e enfiava os dedos com força no meio do meu cabelo. Pedi que gozasse em minha boca, mas ele me disse que demorava muito para gozar. Entrei em loucura. Ele gemia, eu chupava, ele tremia as pernas, eu chupava mais forte, quando então, olhou para mim e disse que por mais 5 reais chuparia meu cu. Quase desmaiei de tesão. Me levantei, fiquei de frente para a árvore, abaixei minha calça, ficando só de cuequinha, com a bunda virada para ele e com as mãos para frente. Ele ajoelho-se atrás de mim, baixou minha cueca até o joelho, e com as duas mãos espalmadas nas minhas nádegas abriu meu rego com violência. Estava claramente adorando, também, pois chupava meu cu com gosto, enfiando a língua com vontade, e lambuzando todo o rosto de saliva. Meu pau babava, minhas bolas doíam de tanto tesão. Ele, então, parou por um instante, encostou um dedo no meu cu, e começou a me foder. Eu rebolava e me sentia completamente relaxado. Ele enfiou outro, mais outro, e com quatro dedos e com muito conhecimento de causa, rodava sua mão em todas as direções, me preparando para o que eu mais queira. Levantou-se, mandou que cuspisse em sua mão e passou no pau. Me abraçou por trás, com o corpo todo suado, entrando com boa parte daquele cacete de uma só vez. Minha vista até embaralhou de dor. Ele ficou parado por um instante, me abraçando forte, e começou a rebolar. Eu estava preso. Não tinha forças para desistir. Comecei, então, a sentir meu próprio cu se relaxando. Ele tirou o pau, desta vez ele mesmo cuspiu, e enfiou todo, sem quase nenhuma resistência. Bombou no meu cu, cada vez com mais força, apertando com as mãos a minha cintura, batendo o saco nas minhas coxas e deixando pingar suor da testa nas minhas costas. Ficamos assim por vários minutos. Não deixava que eu encostasse as mãos em meu próprio pau. Dizia que gozaria pelo cu. Dito e feito. Num determinado momento, começou a gemer, a bombar mais forte, a dizer que iria gozar, passando o braço pela minha cintura, me puxou com força para trás até entrar o último milímetro de seu pau. Nunca tinha sentido tanto dentro de mim. Era com se seu pau quase fosse sair de mim pela frente. Naquele momento, ele já imóvel, começou a ejacular. Seu pau latejava dentro de mim, e não parava. Gozou tanto que comecei a sentir sua porra quente saindo pelo meu cu, escorrendo na minha perna. Ele tremia o corpo inteiro. Nesse momento, ele segurou meu saco, chupou meu pescoço e me disse para gozar. Não saia porra pelo meu pau, mas sentia que estava gozando, era com se gozasse por dentro. E foi uma gozada longa, mas sem ejacular. Realmente tinha gozado pelo cú. Ele tirou seu pau dentro de mim, ainda duro como pedra e babando porra pela ponta, subiu a bermuda, e disse que pela aula custaria mais 5 reais. Paguei e ele se foi.




sexta-feira, 16 de abril de 2010

Download - Fim de semana a três

Contos Eróticos Gay




Motivado após ler um conto de um grande amigo meu, no qual ele relata uma história vivida por nos dois, resolvi também contar uma historinha e é claro esse grande amigo estará envolvido até o talo... rs



Hoje tenho 29 anos e a minha historia ocorreu quando eu tinha 26, era heterossexual convicto e preconceituoso. Preconceituoso eu ainda sou, mas agora não mais de gays e sim de bichinhas, mas isso não vem ao caso. Conheci um cara, o primeiro homem de minha vida, com quem tive um lance e acabei me apaixonando, mas como tudo que ele queria era sexo e isso eu já havia dado a ele fui dispensado.



Cheio de dúvidas, medos, incertezas e desespero me isolei foi quando um dos contatos do carinha me adicionou no Orkut, vou chamá-lo de Cat (Já que em seu conto ele me chamou de Dog). Cat foi um cara sensacional. Conversamos muito antes de qualquer coisa e ele tirou todos os fantasmas da minha cabeça, viramos grandes amigos alem disso tivemos um rolo que ele tão bem relata em seu conto: Manguezal.



Cat estava morando em uma cidade do litoral sul baiano, muito conhecida e atrativamente turística. Já há um ano ele tinha um relacionamento aberto com um carinha, a quem vou chamar de D. O relacionamento deles se tornara aberto devido às traições (Coisa do tipo: “já que é pra trair vamos trair juntos”), e não andava muito bem, apesar deles negarem.



D demonstrava ter um pouco de ciúmes de minha relação com Cat, mas já não havia nada, mesmo porque eu moro a 464 km de distância dos dois e sempre preferi uma grande amizade ao sexo casual. Mas esse ciúme me gerou um convite inusitado. D queria que eu fosse passar os dias com eles e um terceiro personagem, o chamarei de M. Fiquei feliz pelo convite, mas lá chegando me decepcionei, não com meu amigo: um cara alto lindo em todos os sentidos por dentro e por fora; não com o D que também era alto, atlético e igualmente lindo; mas com a situação. O M estava lá a minha espera. Ele queria sexo, acho até que ele não conseguiu dormir quando passamos a noite no mesmo quarto, já eu dormi feito uma pedra....rs.



Desprezado M foi embora. Fiquei a sós com o casal. E como nada acontecia naquela cidadezinha ficamos em casa para ver o Fantástico “entrar no ar”. Foi quando começou toda a sedução. Corpos bronzeados após uns dias de praia dividindo uma mesma cama de casal, acompanhados por imagens de um programa que só falava em sexo... Era sexo o tempo todo. Nunca vi tanto sexo num programa global.



Resolvi deitar de bruços já que uma dorzinha me incomodava e D, sensibilizado se dispôs a fazer uma massagem para minha dor passar. Foi quando ele sentou na minha bunda e começou a massagear as minhas costas. Eu, assim como os meninos, estava apenas de short. A massagem tava boa. As mãos de D subiam até a minha nuca e desciam até chegar ao início do meu cofrinho. Foi quando o meu amigo disse ao seu namorado “sabia que ele tem uma bunda linda?”. Tenho o corpo legal, bem definido e a bunda arrebitada, mas que a roupa escondia. Fiquei tímido e não disse nada. Mas fui questionado por D. “É verdade?” Meio sem graça respondi “é o que dizem”.



D disse que a massagem tava boa, mas que ia parar. Dengoso pedi para que ele continuasse. Ele disse que já tinha feito massagem em quase todo o meu corpo e me perguntou “quer que eu faça aonde não fiz?” Inocentemente respondi que sim. Ele continuou a passar a mão em minhas costas, mas desta vez para a massagem ser completa resolveu me tirar o short e a cueca me deixando inteiramente pelado. Eu estava tenso e ele continuando o que fazia me avisou “agora você tem que virar para eu massagear a parte da frente”. Meu pau tava duro, mas ele mesmo assim me virou, me beijou e puxou Cat para o nosso encontro. Em pouco tempo estávamos tosos nus. Enquanto um beijava o outro penetrava. E em determinado o namorado de meu amigo estava sentado em cima de meu pau, cavalgava que era uma beleza, foi quando ele se deitou sobre o meu corpo e eu senti o pau de Cat tentando entrar, junto com o meu no cuzinho de D. O cara foi ao delírio. UO rosto de D. demonstrava uma sensação muito boa, meio que de dor, meio que de prazer. No final foi porra pra tudo que é lado. E assim prosseguimos com o fim de semana cheios de tesão e prazer, as vezes a dois as vezes a três.



Se foi bom? Constrangi-me mais que qualquer outra coisa, mas foi bom sim. O chato foi o desfecho, o ciúme aflorou e durante um tempo me senti o culpado do fim desse relacionamento, mas hoje sei que, na verdade, contribui para que ele não terminasse naquele dia, se prolongando por mais um tempo. Tenho um bom relacionamento com os dois. Quem sabe esse relacionamento não volta a florescer e o Fantástico entra mais vezes no ar...kkkkkkkk... Acho que não.....kkkkkk

Download - Taylor Lautner é visto em balada gay.

Taylor Lautner

Muitas garotas pelo mundo dariam tudo para ter uma chance de namorar com Taylor Lautner. Mas o lobinho mais querido da saga cinematógráfica "Crepúsculo" pode decepcionar suas admiradoras. É que ele foi visto em uma festa gay.




De acordo com o site "LimeLife", o ator foi curtir uma balada promovida pelo diretor Bryan Singer, que é homossexual assumido.



Ainda segundo o site, apesar de Taylor não ter sido visto beijando alguém a festa era composta quase exclusivamente de homossexuais. E uma dos convidados informou ao site que todos os gays gostaria que o moreno fosse homossexual: “Taylor é a nova esperança gay. A ideia dele ser homossexual é algo com que os gays de todo o mundo sonham”.



Contudo, Lautner já deu algumas provas que não é homossexual. Com apenas 18 anos, o gato já namorou jovens estrelas como Selena Gomez e Taylor Swift.

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Download - menino na praia


Eu tinha ainda treze quatorze anos e fui de férias com um tio numa pequena cidade da região de Mangaratiba no Rio de Janeiro. Meu tio tinha duas filhas Simone, com uns 16 anos, e Monique, com a minha idade, e um filho caçula, Magno, com 12 anos. Chegando na casa da praia meus tios nos dividiram pelos três quartos, o casal na suíte, as meninas no quarto ao lado e eu e Magno num quarto menor que ficava nos fundos da casa. Deixamos as coisas nos quartos e fomos para a praia... Eu não tinha muito contato com eles, há muito tempo, desde muito criança, e sempre fui muito tímido, mas D. Aretuza, a mulher do meu tio me cobria de cuidados... Assim, ela mandou que os filhos me levassem para conhecer a praia, enquanto ela e meu tio ficaram com amigos num quiosque. Meus primos eram muito metidos e chatos. A Simone achava que era mocinha e não queria ficar com “pivetes”, indo logo embora. Ficamos eu, Monique e Magno... Não era temporada e aquela região estava longe de ser um balneário da moda... A praia estava vazia e fomos nos afastando até chegarmos numa área quase deserta, perto de umas pedras. Íamos seguindo Magno e, logo, ele encontrou a sua “turma”, três garotos, dois da sua idade e um bem mais velho e muito estranho... Ele era chamado pelos outros de Janú, acho que de Januário, e, ao contrário de nós era nascido ali. Janú devia ter uns dezesseis para dezessete anos, mas parecia um menino, em seu jeito de falar e atitudes... Era mulato, um pouco gordo, mas muito forte... Magno não gostou muito quando viu que ele estava com os amigos, deu para perceber, mas não se manifestou muito, acho que por medo de Janú... Um dos meninos sugeriu que fomos para o “pocinho”, um riozinho canalizado por pedras que desaguava no mar e onde eles caçavam pitus... Chegando lá, num local ermo, entendi o porquê do desconforto de Magno. Enquanto descíamos no rio, Janú ficou de olho na Monique, que era uma garota magrela e chata, mas que bastou para que o mulato ficasse com uma visível ereção sob o short surrado... Sem coragem para tomar uma atitude, Magno chamou Monique para ir embora, sob protestos da garota que (acho) nada percebia... Ainda assim foram embora e os outros meninos insistiram para que eu ficasse... Como achava meus primos uns chatos e quisesse companhia fiquei. Depois que eles foram embora os meninos começaram a falar sacanagens a respeito da Monique e mesmo da Simone... que já tinham feito isso ou aquilo com elas... Tudo mentira, claro... Mas o bastante para Janú completar a sua ereção uma volume já impressionante e os outros já armarem as suas piquinhas... Dentro do Rio, que eram ladeado por paredes de pedra mais altas, sentamos nas pedras e ficamos conversando... Janú já alisava o pau por cima do calção e contou uma história de um menino viadinho, filho do dono da casa em que seu pai era caseiro, que ele levou para comer ali. Os outros meninos ficaram excitadíssimos com aquela história e Janú dava detalhes... Disse que o garoto quis fugir dele por causa do tamanho de sua “manjuba”, mas que ele não ia ficar “na mão” e acabou comendo-o meio à força..., mas que ele acabou gostando, embora chorasse muito na hora, e que ele já o havia comido na casa dele algumas vezes, enquanto os pais do menino estavam na praia... Disse Janú que o garoto passava óleo de cozinha no cu e ficava de bruços na cama para agüentá-lo todo... Todos coneciam o garoto e riram muito... Eu já não agüentava tirar os olhos da pica do garoto e os outros meninos ficaram gozando com ele... que a pica dele não era tão grande... e tal... Janú ficou de pé e arriou o calção... Uma pica quase preta, mais escura que ele, enorme saltou e bateu na barriga dele... Devia ter uns 18 ou 19 cm, com uma cabeça avermelhada e pontuda... Sua pica começava fina, engrossava no meio e afinava na ponta... Tinha um veia enorme num dos lados e era grossa como um pãozinho... Os outros garotos assustaram-se... o mais novinho, ao menos aparentemente, disse que tinha que ir embora e fugiu... Os outros dois, Marcelo e Lininho ficaram e Lininho disse que ele devia ter “arrombado o Neném (apelido do menino que Janú disse que tinha comido...)”. Eu já não conseguia desviar os olhos da pica, que então Janú já manipulava diante de nossos olhos... Então Janú disse: agora fiquei com tesão, mas não gosto mais de tocar punheta..., um de vocês vai tocar uma pra mim... Lininho deu um salto e tentou escalar o murinho, mas Janú segurou-o pelo tornozelo e ele desceu de bunda na água, algo perigoso num local tão predegoso... Janú pôs o menino à sua frente, pôs a mão dele na pica e o mandou “tocar uma”, Lininho fez alguns movimentos mas disse que ia contar para o seu pai que ele o obrigara... que não era viado como o Neném... Marcelo aproveitou para fugir e Janú mandou Lininho ir embora, com medo, soube depois, do pai do menino que era muito rico e influente... Lininho escalou o muro rápido e saiu correndo... Eu comecei a subir, mas nunca fui bom nessas coisa (e talvez nem quisesse mesmo ir embora) e Janú agarrou-me pela cintura e desceu-me, dizendo: É tu que vai me aliviar... e se contar pra alguém já sabe... Sentei-me numa pedra à frante dele comecei a punhetá-lo... Já estava louco de tesão. Mas sabia que o que ele fizesse ali contaria aos outros depois, assim melhor que eu tivesse sido “obrigado”. Depois de uns dois minutos de punheta, Janú pôs a mão em minha nuca e, com firmeza foi baixando a minha cabeça até a pica... Quando meus lábios encostaram na cabeça avermelhada, que cheirava à maresia, ele abaixou-se e falou no meu ouvido: chupa, viadinho... Caí de boca e mamei aquele caralho com gosto... Logo Janú percebeu que eu não era assim tão “obrigado”... principalmente quando me ajoelhei na areia, com os joelhos n’água, e pus seus ovos na boca... novidade que o fez gozar no ar... melando as minhas costas... Janú arfava e ria enquanto eu lambia a porra que restava no pau... Em quanto lavava a pica no rio Janú segurava-me pelo pulso, para que eu não fugisse, mas logo viu que não era preciso... Deitou-se então numa pedra maior e começou a conversar... Disse que era doido pra comer as meninas filhas dos turistas, mas elas não queriam nada com ele, mesmo as mais “sem-vergonhas”... disse que a minha prima Simone, chupava e dava o cu pro namorado ali mesmo e que já tinha comido uma das mães dessas meninas, quando foi fazer um serviço a mando do pai dele e o dono da casa havia ido ao Rio de Janeiro para resolver problemas de trabalho... disse que tinha comido o cu da mulher e só não o fizera de novo porque o “corno estava sempre perto”... Essas lembranças (ou invenções?) foram excitando Janú e a pica começou a crescer... Ele mergulhou na água até a cintura e quando levantou ela já esta mais de 90 graus para cima... Janú me chamou para mamar de novo... Eu comecei pelos ovos e ele “elogiou”: você chupa feito puta... Chupei bastante, bem babado, e depois de uns dez minutos Janú levantou-se e me mandou tirar a sunga... Fiz o que ele mandou e pendurei-a num galho próximo... Janú me empurrou para a pedra grande e lisa em que estava deitado e me pôs com o peito na pedra e a bunda pra cima... Cravei os pés na areia dentro d’água e busquei empinar o máximo meu cu... Era desconfortável e doíam as minhas coxas na quina da pedra... Pensei em sugerir um lugar melhor (mas onde?), mas Janú já estava com a ponta da pica encostada na minha olhota. Nunca gostei de sexo em água... acaba com qualquer lubrificação... e Janú estava pouco ligando para o meu conforto... Senti suas mão segurando firme minhas ancas e logo ele meteu de uma vez... A dor era muita e dei um grito, mas meu macho continuou sem pena... Eu já estava acostumado com isso, macho que é macho não liga pra dor de viado, e suportei como pude. Não foram mais que dez bombadas fortes e secas, Janú gozou retesando-se e apertando minha cintura como se a quisesse rasgar... Depois de gozar Janú tirou a rola ainda dura, causando um barulho de rolha (plop!) dando a impressão que o cu ia sair junto... Era pouca porra, porque ele já tinha gozado, mas deu para senti-la escorrer... Janú mergulhou na água, limpou a pica e saltou para o alto do muro, pondo o calção e repetindo a, ali inútil, ameaça: se contar pra alguém... e foi embora... Eu me lavei no rio também, vesti a sunga e fui embora meio descadeirado...







Na volta para a casa encontrei Magno, Monique e Simone. Eles haviam levado uma bronca por terem deixado o primo sozinho e iam me buscar. Simone estava “puta” por ter de cuidar de “pirralhos”, e Magno tinha encontrado com Marcelo e Lininho e estava muito curioso... Minhas primas ficaram conosco na praia, por ordem da mãe, e eu e Magno fomos para a água... Magno disse que os amigos disseram que eu fiquei lá com o Janú... Que o Janú já tinha tentado comer ele... e perguntou o que tinha acontecido. Menti dizendo que tinha fugido logo depois, mas que, no susto, pegara o caminho errado e tivera que voltar... Ele não acreditou muito e, pra variar, acho que já estava sacando a minha, apesar de todos os meus esforços para não dar bandeira. Depois do almoço com meus tios eu quis dar um cochilo, pra ver se me recuperava da enrabada violenta de Janú, meu cu ardia muito, principalmente depois de ter pego água salgada..., e não fui com meus primos à praia no meio da tarde... No fim da tarde brincamos de jogos na casa e, à noite, Simone foi para a praça da cidadezinha, meus tios tomar cerveja na casa de amigos e Monique para a casa de amiguinhas. Eu e Magno também íamos à pracinha, mas meu primo ficou enrolando e acabamos ficando sós... Magno disse que encontrara Marcelo e Lininho à tarde e que eles tinham visto o Janú... Eu gelei, mas fiz que não era comigo... Ele disse que os colegas ouviram de Janú que ele tinha me comido... e que eu tinha “engolido os ovos dele”... Eu neguei, falei que Janú era mentiroso... Magno perguntou se ele tinha me forçado... Aí eu titubeei entre a negativa e a versão da “curra”, disse que não tive jeito... que não gostara, tentei voltar à versão de que nada tinha acontecido... ou seja, me enrolei todo. Magno disse que se eu tinha sido obrigado, ele falaria com o pai dele... Eu pedi pelo amor de deus que ele não o fizesse... Aí ele disse: o Janú falou que você “chupou gostando” e ficou “esperando a metida dele”... Eu já estava vermelho e sem saber o que dizer... Aí meu primo disse: não conto pro papai... mas você vai ter que me chupar também... Quando olhei a pica já estava fora do calção... Magno sentou esparramado no sofá... ajoelhei-me entre suas pernas e comecei a chupar seu cacetinho de uns treze cm... Logo ele mandou que eu engolisse os ovos, como fizera com Janú... Atendi ao meu primo e ele suspirou fundo... Com certeza foi a primeira chupada da vida dele... que gozou em tempo recorde. Engoli a porá rala de meu primo e, preocupados com a possível, embora improvável chegada de alguém, ele vestiu o calção e fomos para a praça. Lá encontramos Marcelo, Lininho e outros meninos e logo percebi que mal falavam comigo, o que queria dizer que a história já tinha se espalhado. Ali mostraram também o tal Neném, que caminhava junto aos pais, não pude acreditar que aquele garoto havia suportado o Janú... Janú passou por mim rindo, confirmando para os outros a história... Horas depois os meus tios passaram de carro pela praça para levar todos para casa, Simone e Monique já estavam no carro e meu tio puto porque havia pego a filha “se agarrando” com o namorado... Chegando na casa fizemos um lanche e meu tio desligou o gerador (não havia luz elétrica nessa região então) e fomos para a cama. Eu estava com medo da repercussão dos fatos daquele dia, mas também exausto... então adormeci rápido. Não sei quanto tempo dormi, mas fui acordado com uma sensação estranha... já estava com os shorts no tornozelo e um dedo melava meu cu... fiquei quieto e logo me dei conta de que Magno estava me lubrificando... Meu primo subiu em cima de mim e encaixou a pica no meu cu... a manteiga, a piquinha de doze anos e o caminho recém-aberto por Janú fizeram uma foda prazeirosa, quase um carinho... Acho que nem vi meu primo gozar.. dormi tomando no cu pela única vez na vida... Quando acordei pela manhã meu calção já estava no lugar, meio mal ajambrado, e meu primo já havia saído...

 
esse conto , é pro meu amigo rikardo que adora contos com pivete.. bjs gatu

Download - Leonardo di Caprio , pode viver diretor gay no cinema

                                           Leonardo DiCaprio e J. Edgar Hoover





O ator e diretor Clint Eastwood está planejando levar aos cinemas a história de J. Edgar Hoover, que dirigiu o FBI com mão de ferro durante quase 50 anos.
O filme, que terá roteiro assinado por Dustin Lance Black (o mesmo de "Milk - A Voz da Igualdade"), já tem protagonista cotado. É Leonardo DiCaprio, fã confesso do trabalho de Clint Eastwood.
De acordo com a Entertainment Weekly, o ator já está em negociações para assumir o papel. "O trabalho soa interessante, para dizer o mínimo. Ainda não há nenhum contrato, mas sou um grande fã de Clint", disse DiCaprio.
De acordo com alguns biógrafos, J. Edgar Hoover era Gay e gostava de se vestir de mulher.

Download - Eu e o primo da minha ex..

Em 2004 terminei meu relacionamento com a Laura. Uma garota muito bonita, boazuda, transava gostoso e era muito carinhosa, mas como eu já estava com ela uns 4 meses e nesse tempo não tinha transado com homem nenhum, resolvi dar um fim no namoro com o pretexto de que estava precisando passar um tempo sozinho. Não queria magoá-la. Não era uma pessoa que merecia a traição. Então chamei a Laura e conversei com ela. Com muito custo, aceitou.



No primeiro mês perdemos um pouco o contato, depois acabamos nos tornando bons amigos. Ela me convidou pra passar o carnaval de 2005 no sítio da família dela. Como não tinha programado nada ainda, resolvi aceitar.


Na semana seguinte do convite, seguimos viagem pro sítio. Ficava a umas meia hora da cidade, mas como uma parte do caminho era de terra, tornou a viagem um pouco mais demorada. Fui sozinho no carro seguindo o carro da família da Laura e outro de um pessoal que era da sala dela na faculdade.


Chegando lá foi aquela animação desde o começo. Tirávamos as coisas dos carros e nos acomodávamos nos quartos onde íamos ficar.


- Sérgio, você vai ficar no quarto com o Raul e o Douglas. – disse Dona Rosa, mãe da Laura.


Fui entrando no quarto e dois rapazes me cumprimentaram.


Os dois eram colegas de faculdade da Laura. Já estavam terminando de colocar as malas no quarto. O Douglas era baixo e um pouco gordo, branco do cabelo liso e corpo peludo, parecia ter uns 26 anos. O Raul já era mais bonitão. Garotão com uns 20 anos, estilo largadão. Magro, alto, usava camiseta branca, bermudão floral e chinelos. As pernas peludas, pele morena. Já fiquei animado imaginando se poderia rolar alguma sacanagem com ele.


- Você prefere dormir na parte de cima ou de baixo da beliche? – perguntou Douglas.


- Por mim tanto faz. – respondi.


- Então eu fico com a parte de baixo.


Depois de colocar as coisas no quarto, Dona Rosa nos chamou para tomar café. Nos levou até uma varanda bem grande que dava de frente pra uma piscina onde algumas pessoas nadavam. Laura já estava na varanda com mais três amigas da faculdade que eu conhecia, o pai, um tio e duas tias. Todos sentados tomando café da manhã e conversando. Nos cumprimentaram quando chegamos. Laura nos apresentou a seus familiares.


Enquanto tomava café, chegou um rapaz que tinha saído da piscina. Alto, branco, pelos no peito, nas coxas, forte, cara de sério, cabelos pretos, lisos, molhados, muito bonito. Fiquei de olho na mala na sunga. Volumosa.


- Alexandre, esses são Douglas, Sérgio e Raul. – disse Laura.


Cada um pegou na mão do Alexandre que cumprimentou com um sorriso muito amigável.


Quando apertou minha mão, apertei com força e ele retribuiu. Logo descartei tudo o que tinha imaginado com o Raul, agora queria o Alexandre.


Ele sentou no banco e começou a tomar café.


Depois de um tempo, começamos a providenciar o churrasco do almoço. Dei uma mão pra acender a churrasqueira e ajeitar a carne, depois fui nadar.


Alexandre estava na piscina junto com sua irmã, Laura e as outras meninas da faculdade.


Quando entrei, Laura veio pro meu lado e me abraçou. Nadamos um pouco e conversamos descontraidamente. Ela às vezes relava de leve em mim.


Raul entrou também na piscina. Ele tinha um corpo bacana, mas como era mais magro, perto do Alexandre que era malhado parecia bem mais magro ainda. Então eu só tinha olhos praquele cara gostoso com braços fortes e uma leve barriguinha peluda. Conversava com Laura e as colegas dela e sempre dava uma olhada de rabo de olho pro Alexandre que estava junto com a irmã.


Observava ele nadando, cada músculo de suas costas se contraindo, seus braços fortes empurrando a água. Fui ficando excitado. Laura continuou esfregando em mim e percebeu que estava excitado.


- Vamos lá no meu quarto? – falou no meu ouvido e mordeu os lábios.


- Laura, a gente não namora mais. – falei tentando não ser grosseiro, mas um pouco assustado com a situação.


- Eu sei, mas que mal faz? A menos que você não queira. Fiquei muito excitada quando vi você de sunga. Depois, quando senti que você estava de pau duro, pensei que estava também afim.


- Prefiro não misturar as coisas, ok? – disse já constrangido.


- Tá bom, me desculpa.


- Tudo bem. Não quero que pense que não gosto de você, mas agora é diferente. Prefiro que continuemos amigos. – fiquei um pouco envergonhado por ela. Laura era uma pessoa de bem, de família e muito educada. Depois fui imaginar se ela não teria me convidado para o sítio com a esperança de reatar o namoro, mas como tinha deixado minhas intenções muito claras desde o início, não me preocupei muito.


Conversei um pouco mais com ela e as garotas. Elas falavam sobre a faculdade e sobre o que estavam planejando pras férias do meio do ano. Douglas chegou e entrou também na piscina.


- Que tal a gente jogar vôlei aquático? – perguntou Ângela, uma das amigas de faculdade da Laura.


Todos concordaram. Alexandre foi buscar a bola e a rede. Quando saiu da piscina, exibiu mais uma vez aquelas pernas peludas e grossas, uma bunda grande e forte marcada pela sunga. Voltou mostrando o peitoral e a barriguinha de chopp peludos e os belos braços.


Armou a rede e as meninas decidiram que seriam as moças contra os rapazes.


Logo os times já estavam divididos e começamos o jogo. Alexandre e eu ficamos na frente e Douglas e Raul ficaram atrás. O jogo corria animado. Ganhamos a partida. Nos juntamos em uma roda pra comemorar. Braço no ombro do outro. Rostos perto. Senti aqueles braços fortes tocarem meu ombro e seu hálito quente próximo ao meu nariz. Um momento de êxtase.


Nadamos um pouco mais e logo Dona Rosa chamou para almoçarmos. Saí e me enrolei imediatamente na toalha. Estava excitado com a situação e meu pau estava marcando muito a sunga. Fui para o quarto me enxugar e vestir uma roupa que deixasse a “mala menos evidente”.


Sentamos à mesa pra almoçar. Alexandre tinha colocado um bermudão, estava sem camisa e um pouco molhado ainda. Estava muito gostoso. Me servi e sentei no banco. Era daquelas mesas de madeira antiga, grande e tinha um banco grande de cada lado. Alexandre se sentou ao meu lado com o prato e um copo de refrigerante.


- Você não bebe? – perguntei já puxando assunto.


- Bebo, hoje estou maneirando porque estou numa ressaca do cão. Bebi muito ontem. – respondeu.


- Saquei. Trouxe muita cerveja, rum e vodka. – eu disse.


- Valeu, mas deixa pra mais tarde.


Voltei a comer. Um pouco depois, senti a perna do Alexandre roçar na minha de leve.


- Deve ser sem querer. – pensei.


Mais uma vez ela roçou, só que dessa vez mais forte um pouco. Todos estavam almoçando concentrados na comida. Olhei discretamente para ele. Ele não olhou e nem fez sinal algum. Pensei mais uma vez que fosse sem querer. Senti algo frio tocar meu pé, tomei um susto e trombei no meu copo de cerveja que caiu na mesa. Levantei-o na mesma hora envergonhado. Todos riam.


- O que aconteceu? – perguntou Dona Rosa.


- Nada não, foi um soluço, desculpa aí.


- Tudo bem. – disse ela me passando um pano de mesa. – Se molhou?


- Não, estou bem.


Limpei a mesa intrigado com a situação e também com um pouco de vergonha.


Mais uma vez a coisa fria tocou meu pé, só que dessa vez não me assustei, já estava esperando. Era o pé do Alexandre. Ele deslizava seu pé sobre o meu devagar. Não sabia o que iria fazer. Meu coração palpitava, mas não podia transparecer nervosismo. A família toda da minha ex namorada estava na minha frente, fora os colegas de faculdade.


Afastei meu pé. Os pés mais uma vez tocaram os meus, mas afastei de novo.


Terminamos o almoço, Dona Rosa e a tia de Laura foram lavar os pratos e talheres e todos foram se deitar pra descansar. Deitei na parte de cima da beliche e tentei dormir um pouco, mas estava muito intrigado e excitado com a situação pra dormir. Depois de uns quinze minutos rolando de um lado pra outro na cama, fui me sentar na varanda.


A varanda estava mais fresca. Me encostei em uma poltrona de vime e relaxei.


- Se importa se eu me sentar aqui também?


Olhei para o lado e lá estava Alexandre.


- Cara, o que foi aquilo? Você quase me mata de susto no almoço.


Ele riu um pouco.


- O que significa aquilo?


- Você acha que não reparei como olhava pra mim na piscina?


- Do que você está falando? – fingi surpresa.


- Você sabe muito bem do que eu to falando, cara.


- Não, não sei.


- Sabe sim. Você ta a fim disso. – disse e deu uma pegada no pau. Um volume grande.


- Que isso, cara, tá me estranhando? Sou ex namorado da sua prima.


- Ex.


Eu tentava resistir, mas estava muito a fim. Fui fazendo um joguinho pra ver onde iria parar tudo aquilo.


- Sabe andar de cavalo?


- Sei. – disse.


- Vem comigo.


- Pra quê?


- Vou te mostrar um lugar muito legal.


Segui Alexandre até o curral. Lá tinham quatro cavalos selados. Montei um cavalo castanho alto, ele montou um preto na mesma altura do meu. Fui seguindo ele. Entramos por um pasto e seguimos caminho. Íamos conversando. Eu muito excitado. Ele eu imagino que também estivesse.


- Então, você e minha prima namoraram muito tempo?


- Quatro meses.


- E por que terminaram?


- Eu estava a fim de ficar sozinho um tempo.


- Sozinho?


- Isso, estava um pouco cansado, precisando descansar a cabeça, saca?


- Sei. E qual a sua idade?


- Tenho vinte e um e você?


- Vinte e três.


- E você? Não namora?


- Não. Não tenho muita paciência pra isso. Sou mais de ficar.


Já não conseguia mais esconder o tesão por ele. Via ele cavalgar, sem camisa, aquele corpo delicioso, não conseguia tirar os olhos do seu peitoral, da sua boca.


- Já estamos chegando. Espera um pouco.


Desceu do cavalo e abriu uma porteira. Atravessamos e cavalgamos mais uns dois minutos até chegar em uma área arborizada. Um córrego corria claro e raso atravessando o caminho.


- Bom, é aqui o lugar. Se quiser, pode amarrar o cavalo em uma das árvores pra apreciar melhor.


Desci e amarrei o cavalo, ele fez o mesmo. O local era realmente muito bonito. A grama baixa, árvores altas e bem distribuídas, o córrego com águas claras com pedras brancas no fundo.


- Legal, curti o lugar.


Antes que eu percebesse, Alexandre veio por trás de mim e me abraçou. Meu pau subiu na hora. Me abraçou com força, senti seu peitoral tocar minhas costas.


- Então, não precisa se assustar. O pé estava frio, mas eu estou muito quente.


Virei minha cabeça e puxei a dele. Dei um beijão na boca dele. Sentia sua barba curta roçar meu rosto.


Sem parar de beijar, me virei de frente pra ele, o abracei e empurrei-o contra uma das árvores. Ficamos nos beijando durante uns 10 minutos. Sem dizer nada, ele abriu minha calça e começou a me punhetar. Estávamos com muito tesão. Ele agachado me punhetava e com a outra mão abriu sua calça e começou a alisar seu pau.


Tinha uns 17cm, branco, pele cobrindo a cabeça, só a pontinha aparecendo bem rosada.


- Tira a bermuda. Não precisa se preocupar que aqui não vem ninguém. – disse ele.


Tiramos as bermudas e nos deitamos na grama. Começamos um 69 muito gostoso. Eu chupava o pau dele com força e ele retribuía a chupada também com muito tesão.


Comecei a chupar seu saco, depois abri um pouco mais sua perna e comecei a mordiscar suas coxas. Ele gemia doido de prazer e chupava meu pau alucinadamente.


- Deixa eu te comer? – pedi a ele com muito tesão.


Ele fez que não com a cabeça e meu pau dentro da boca.


- Então faz assim. - deitei de frente pra ele e comecei a punhetá-lo. Nós dois abraçados e nos beijando. Punhetava bem gostoso e ele gemia enquanto me beijava.


Quando senti que ele ia gozar, intensifiquei os movimentos até que ele jorrou porra no meu abdômen. Na mesma hora, enfiei meu pau no meio das coxas dele, segurei sua bunda com força e comecei a bombar fudendo aquelas coxonas. Pouco tempo depois eu já estava gozando também e melando suas coxas e saco.


Ficamos um pouco nos acariciando. Eu passava a mão nos pelos do seu peito e ele nos do meu pau espalhando a porra por todo ele. Fomos até o córrego e nos limpamos. Sentamos na grama pra conversar um pouco.


Ficamos mais ou menos uma hora conversando. Falando sobre nós mesmos e nossos relacionamentos. Rolaram mais beijos e mais uma outra punheta antes de irmos embora.


Voltamos pra casa do sítio e combinamos de nos encontrarmos de novo mais tarde pra ficar outra vez. As garotas estavam jogando baralho.


- Onde vocês estavam? – Perguntou Laura.


- Tava mostrando os pastos pro Sérgio. – disse Alexandre.


Ninguém desconfiou de nada. Jogamos um pouco com as meninas, depois fomos todos pra piscina.


À noite bebemos e, depois que todos foram dormir, eu e o Alexandre ficamos a sós na varanda, mas essa história fica para depois.